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	<title>Sociedade &#8211; FGR Advogados</title>
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	<description>Segurança, qualidade e resultados</description>
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	<title>Sociedade &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Direito à revisão de PASEP: Uma oportunidade para servidores públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 13:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à revisão de PASEP: Uma oportunidade para servidores públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[revisão de PASEP]]></category>
		<category><![CDATA[servidor público]]></category>
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					<description><![CDATA[Os servidores públicos que ingressaram no funcionalismo antes de setembro de 1988 têm direito a uma correção monetária mais vantajosa sobre os valores depositados no PASEP, o que pode resultar em um aumento significativo no valor a ser sacado. Quem tem direito à correção? A correção monetária do PASEP se aplica a servidores públicos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-300x300.jpg" alt="Direito à revisão de PASEP" class="wp-image-2007" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/11/FGR-2024-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Os servidores públicos que ingressaram no funcionalismo antes de setembro de 1988 têm direito a uma correção monetária mais vantajosa sobre os valores depositados no PASEP, o que pode resultar em um aumento significativo no valor a ser sacado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem tem direito à correção? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A correção monetária do PASEP se aplica a servidores públicos de todas as esferas (federal, estadual, municipal, autarquias e militares), incluindo aqueles que já sacaram o benefício e os que ainda não realizaram o saque. Para os que retiraram valores no banco, a diferença pode ser impressionante: enquanto o banco paga apenas R$ 1.000,00, com a correção correta, o servidor pode receber uma diferença superior a R$ 50.000,00!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o PASEP? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">O PASEP, que já existe há mais de 50 anos, é o programa de formação de patrimônio dos servidores públicos e equivale ao PIS, benefício destinado aos trabalhadores da iniciativa privada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caso Real: A revisão que fez diferença:</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um exemplo recente, o militar reformado Sr. X, que recebeu apenas R$ 2.664,22 ao sacar seu PASEP, buscou judicialmente a correção monetária do valor, e obteve uma vitória significativa: ele recebeu R$ 107.802,49, corrigindo um erro de cálculo que estava prejudicando seu direito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode pedir a revisão? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é um servidor público que ingressou no serviço público antes de 1988, e sacou ou não o PASEP nos últimos 5 anos, tem direito à revisão. Isso inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Militares das Forças Armadas e estaduais</li>



<li>Servidores públicos federais, estaduais e municipais</li>



<li>Empregados públicos e herdeiros de servidores que faleceram nos últimos 5 anos</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que pedir a correção? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o Banco do Brasil não atualizou corretamente os valores do PASEP, aplicando índices de correção inferiores aos estabelecidos por lei. Essa falha gerou perdas significativas para os beneficiários, e é um direito do servidor público exigir a correção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como fazer os cálculos? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os cálculos de revisão são feitos por meio de planilhas comparativas que levam em conta os índices de correção estabelecidos pelo Conselho do Fundo PIS/PASEP, comparados com o que foi realmente informado pelo Banco do Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Documentos necessários para a revisão:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cópia de documento de identidade e CPF</li>



<li>Comprovante de residência</li>



<li>Extratos de PASEP</li>



<li>Declaração de ingresso no serviço público</li>



<li>Procuração e contrato de honorários</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como obter os extratos? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode solicitar os extratos diretamente no Banco do Brasil. Os extratos mais recentes são entregues no mesmo dia, enquanto os mais antigos (anteriores a 1999) podem ser solicitados por meio de requerimento, e serão entregues em até 30 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você se encaixa nesse perfil e deseja revisar seus valores do PASEP, a <strong>nossa equipe especializada</strong> está pronta para orientá-lo e garantir que você receba o que é seu por direito!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça reconhece direito de mulher trans à aposentadoria feminina</title>
		<link>https://fgr.adv.br/justica-reconhece-direito-de-mulher-trans-a-aposentadoria-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 19:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de mulher trans à aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[A 3ª Turma Recursal da Seção Judiciária do Ceará reconheceu o direito de mulher trans à aposentadoria como professora, aplicando as regras de aposentadoria para pessoas do sexo feminino durante todo o período trabalhado. No caso, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) argumentava que as regras para a aposentadoria de mulheres não poderiam incidir sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-300x300.jpg" alt="direito de mulher trans à aposentadoria" class="wp-image-1908" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Turma Recursal da Seção Judiciária do Ceará <strong>reconheceu o direito de mulher trans à aposentadoria como professora, aplicando as regras de aposentadoria para pessoas do sexo feminino durante todo o período trabalhado</strong>. No caso, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) argumentava que as regras para a aposentadoria de mulheres não poderiam incidir sobre todo o período trabalhado pela parte autora porque ela só fez a mudança de gênero no registro civil de pessoas físicas em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em acórdão unânime da relatoria do juiz federal Nagibe Melo, a Turma Recursal entendeu que o regramento deve disciplinar todo o tempo trabalhado, independentemente da data de alteração do gênero no registro civil de pessoas físicas. Segundo a decisão: “a pessoa nascida com características biológicas masculinas tem o direito fundamental de se autoidentificar como do gênero feminino e vice-versa. Esse direito, resguardado na Constituição da República, foi reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADI 4.275/DF e pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, no Parecer Consultivo OC-24/17”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão cita um caso similar julgado pela Corte Europeia de Direitos Humanos em decorrência de um pedido de decisão prejudicial da Suprema Corte do Reino Unido, bem como os Princípios de Yogyakarta, elaborados a partir do Painel Internacional de Especialistas em Legislação Internacional de Direitos Humanos, Orientação Sexual e Identidade de Gênero, da Organização das Nações Unidas (ONU) e o Provimento 149/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A identidade de gênero é uma experiência interna e individual de cada pessoa que deve ser respeitada e protegida pelo Estado. […], pode-se afirmar que a mudança do prenome e do gênero no registro civil nada mais é que uma declaração de uma realidade que já é vivenciada pela pessoa desde muito cedo em seu amadurecimento psíquico. Essa transformação não acontece no registro civil, o registro apenas compatibiliza a experiência psíquica interna com os reclamos sociais, legais e jurídicos.” A decisão reconheceu que os agentes estatais podem atuar para evitar fraudes e abusos, mas essa específica circunstância deve ser controvertida e provada pelo Estado. No caso em julgamento, o INSS trouxe o argumento apenas em grau de recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso<strong><a href="http://www.fgr.adv/blog" target="_blank" rel="noopener"> escritório</a></strong> celebra essa vitória e reforça o compromisso com a defesa dos direitos das pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.jfce.jus.br/justica-federal-reconhece-direito-de-mulher-trans-a-aposentadoria-feminina/#:~:text=Justi%C3%A7a%20Federal%20reconhece%20direito%20de%20mulher%20trans%20%C3%A0%20aposentadoria%20feminina,-Atualizado%3A%2022%2F05&amp;text=A%203%C2%AA%20Turma%20Recursal%20da,durante%20todo%20o%20per%C3%ADodo%20trabalhado." target="_blank" rel="noopener">Fonte: JFCE</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça amplia prazo para vítimas de abuso sexual buscarem indenização</title>
		<link>https://fgr.adv.br/justica-amplia-prazo-para-vitimas-de-abuso-sexual-buscarem-indenizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 15:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Penal]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça amplia prazo para vítimas de abuso sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça decide que prazo para ingressar com ação judicial começa a contar a partir da tomada de consciência dos danos, não da maioridade (atualmente, aos 18 anos). A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por unanimidade, decidiu que, no caso de abuso sexual durante a infância ou a adolescência, o prazo prescricional da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-1892" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Justiça decide que prazo para ingressar com ação judicial começa a contar a partir da tomada de consciência dos danos, não da maioridade (atualmente, aos 18 anos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por unanimidade, decidiu que, no caso de abuso sexual durante a infância ou a adolescência, o prazo prescricional da ação indenizatória não começa a correr automaticamente quando a vítima atinge a maioridade civil (atualmente, aos 18 anos). Segundo o colegiado, é preciso considerar o momento em que ela adquiriu total consciência dos danos em sua vida, aplicando-se, assim, a teoria subjetiva da actio nata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher ajuizou ação de danos morais e materiais contra seu padrasto, afirmando que sofreu abusos sexuais na infância. Alegou que, apesar dos abusos terem ocorrido entre seus 11 e 14 anos, só na idade de 34 as memórias daqueles fatos passaram a lhe causar crises de pânico e dores no peito, a ponto de procurar atendimento médico. Para amenizar o sofrimento, disse ter iniciado sessões de terapia, nas quais entendeu que a causa das crises eram os abusos sofridos na infância – situação atestada em parecer técnico da psicóloga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeiro grau entendeu que o prazo de prescrição, que é de três anos para esse tipo de ação, deveria ser contado a partir do momento em que a autora atingiu a maioridade civil. Como a ação só foi ajuizada mais de 15 anos após o vencimento do prazo, foi declarada a prescrição – decisão mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda na prática?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">• Vítimas não precisam mais correr contra o tempo para entrar com ação judicial antes de completarem 18 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>• O prazo começa a contar a partir do momento em que a vítima toma consciência dos danos sofridos, o que pode acontecer anos ou até mesmo décadas após o abuso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Isso significa que&#8230;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">• A justiça está mais acessível para quem sofreu esse tipo de crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>• Vítimas terão mais tempo para se recuperar do trauma e buscar o apoio necessário antes de tomar decisões importantes sobre seus direitos.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Manifestação dos danos decorrentes do abuso pode variar ao longo do tempo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso no STJ, ministro Antonio Carlos Ferreira, observou que, embora os danos íntimos do abuso sexual sejam permanentes, sua manifestação pode variar ao longo do tempo, como resposta a diferentes eventos ou estágios da vida da vítima. O magistrado apontou que, muitas vezes, a vítima tem dificuldade para lidar com as consequências psicológicas do abuso e pode levar anos, ou mesmo décadas, para reconhecer e processar plenamente o trauma que sofreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta disso, para o ministro, não há como exigir da vítima de abuso sexual na infância ou na adolescência que tome uma atitude para buscar a indenização no reduzido prazo de três anos após atingir a maioridade civil. Segundo ele, em razão da complexidade do trauma causado pelo abuso, é possível que, ao atingir a maioridade, a vítima ainda não tenha total consciência do dano sofrido nem das consequências que o fato poderá trazer à sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Considerar que o prazo prescricional de reparação civil termina obrigatoriamente três anos após a maioridade não é suficiente para proteger integralmente os direitos da vítima, tornando-se essencial analisar cuidadosamente o contexto específico para determinar o início do lapso prescricional em situações de abuso sexual na infância ou na adolescência&#8221;, concluiu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vítima deve ter a oportunidade de comprovar quando constatou os transtornos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Antonio Carlos Ferreira, é imprescindível conceder à vítima a oportunidade de comprovar o momento em que constatou os transtornos decorrentes do abuso sexual, a fim de estabelecer o termo inicial de contagem do prazo de prescrição para a reparação civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ressaltou que a aplicação da teoria subjetiva da actio nata é especialmente relevante no contexto de abuso sexual infantojuvenil. &#8220;A teoria subjetiva da actio nata estabelece que o prazo de prescrição para propor ação judicial começa a ser contado do momento em que o ofendido toma ciência da extensão do dano sofrido e de sua autoria. Essa teoria desempenha papel crucial na proteção dos direitos das vítimas, garantindo que tenham a oportunidade de buscar justiça mesmo diante de circunstâncias que inicialmente dificultem o exercício de seus direitos&#8221;, declarou o relator ao dar provimento ao recurso especial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa <strong><a href="http://www.fgr.adv.br/blog">equipe especializada</a></strong> está pronta para te ajudar!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2024/29042024-Prazo-prescricional-da-indenizacao-por-abuso-sexual-na-infancia-nao-comeca-automaticamente-na-maioridade-civil.aspx#:~:text=O%20prazo%20para%20que%20a,agressor%20%C3%A9%20de%20tr%C3%AAs%20anos" target="_blank" rel="noopener">Fonte: STJ</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça determina que plano de saúde cubra cirurgia de mudança de sexo para mulher trans</title>
		<link>https://fgr.adv.br/justica-determina-que-plano-de-saude-cubra-cirurgia-de-mudanca-de-sexo-para-mulher-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 13:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[direito à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça determina que plano de saúde cubra cirurgia de mudança de sexo para mulher trans]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as operadoras de planos de saúde têm a obrigação de custear as cirurgias de mudança de sexo e de plástica mamária com implantação de próteses para mulheres transexuais. O colegiado levou em conta que tais procedimentos de redesignação sexual são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-300x300.png" alt="mudança de sexo" class="wp-image-1802" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-300x300.png 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-1024x1024.png 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-150x150.png 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-768x768.png 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6-600x600.png 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/12/FGR2023-6.png 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as operadoras de planos de saúde têm a obrigação de custear as cirurgias de mudança de sexo e de plástica mamária com implantação de próteses para mulheres transexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado levou em conta que tais <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">procedimentos de redesignação sexual </a></strong>são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) como procedimentos de afirmação de gênero do masculino para o feminino e foram também incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS), com indicação para o processo transexualizador. Dessa forma, segundo o colegiado, tanto a cirurgia de transgenitalização quanto a implantação de próteses mamárias não podem ser consideradas procedimentos experimentais ou estéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher transexual ajuizou ação para obrigar a operadora de plano de saúde a pagar pelas cirurgias. As instâncias ordinárias acolheram o pedido e condenaram a operadora a autorizar a realização das cirurgias e a arcar com todas as despesas médicas inerentes, incluindo o pré e o pós-operatório, bem como a pagar R$ 20 mil de indenização por dano moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso especial ao STJ, a operadora alegou que o tratamento não seria de cobertura obrigatória, uma vez que o procedimento de mudança de sexo é experimental, sendo, inclusive, disponibilizado pelo SUS com esse caráter. Sustentou também que a cirurgia plástica mamária possui cobertura somente para tratamento de câncer, e o implante pretendido pela autora da ação seria estético.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos foram reconhecidos pelo CFM e incorporados pelo SUS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Nancy Andrighi, relatora, observou que a autora é mulher transexual, nos termos do artigo 1º da Resolução 2.265/2019 do CFM, e sua condição é atualmente classificada pela medicina como incongruência ou disforia de gênero (CID 11 – HA60). A relatora destacou que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição, muitas vezes, leva a um desejo de &#8220;transição&#8221; para a pessoa viver e ser aceita conforme o gênero experienciado, seja por meio de tratamento hormonal, intervenção cirúrgica ou outros serviços de saúde, alinhando o corpo tanto quanto desejar – e na medida do possível – ao gênero vivenciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nancy Andrighi ressaltou que o Ministério da Saúde, por meio da Portaria 2.836/2011, instituiu o acesso ao processo transexualizador no serviço público de saúde, e o ampliou com a Portaria 2.803/2013, incorporando novos procedimentos, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais à tabela do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em complemento a essas normas, o CFM publicou a Resolução 2.265/2019, para &#8220;disciplinar sobre o cuidado a transgênero em relação às ações e condutas realizadas por profissionais médicos nos serviços de saúde, seja na rede pública ou privada&#8221;. O artigo 4º da resolução estabelece que a atenção especializada ao transgênero &#8220;deve contemplar o acolhimento, o acompanhamento ambulatorial, a hormonioterapia e o cuidado cirúrgico, conforme preconizado em projeto terapêutico singular norteado por protocolos e diretrizes vigentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a ministra ponderou que os procedimentos de redesignação sexual requeridos pela autora não podem ser classificados como experimentais, como alegou a operadora. Para Nancy Andrighi, a interpretação do artigo 19-Q, parágrafo 2º, incisos I e II, da Lei 8.080/1990 leva a concluir que o fato de os procedimentos terem sido incorporados ao SUS atesta a existência de evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança dos procedimentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prótese mamária visa a afirmação do gênero feminino</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também explicou que a cirurgia plástica para incluir prótese mamária, em tais casos, não é um procedimento estético. &#8220;Muito antes de melhorar a aparência, visa, no processo transexualizador, a afirmação do próprio gênero, incluída no conceito de saúde integral do ser humano, enquanto medida de prevenção ao adoecimento decorrente do sofrimento causado pela incongruência de gênero, pelo preconceito e pelo estigma social vivido por quem experiencia a inadequação de um corpo masculino à sua identidade feminina&#8221;, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tratando-se de procedimentos cirúrgicos prescritos pelo médico assistente, que não se enquadram nas exceções do artigo 10 da Lei 9.656/1998, que são reconhecidos pelo CFM e foram incorporados ao SUS para a mesma indicação clínica, e que estão listados no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sem diretrizes de utilização, encontram-se satisfeitos os pressupostos que impõem à operadora do plano de saúde a obrigação de sua cobertura, conforme preconizado no projeto terapêutico singular norteado por protocolos e diretrizes vigentes para o processo transexualizador&#8221;, concluiu a ministra ao negar provimento ao recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://processo.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=2383431&amp;num_registro=202303396083&amp;data=20231123&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener">Leia o acórdão no REsp 2.097.812.</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>REFIS 2023 GDF</title>
		<link>https://fgr.adv.br/refis-2023-gdf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 11:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS 2023 GDF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=1763</guid>

					<description><![CDATA[A lei que institui o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis 2023 GDF) foi sancionada! A terceira versão do programa vai atender aos cidadãos e empresas que tenham dívidas vencidas com o governo local até 31 de dezembro de 2022. A adesão pode ser feita até o dia 30 de novembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-300x300.jpg" alt="REFIS 2023 GDF" class="wp-image-1764" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/11/FGR2023-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A lei que institui o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis 2023 GDF) foi sancionada!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira versão do programa vai <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">atender aos cidadãos e empresas</a></strong> que tenham dívidas vencidas com o governo local até 31 de dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adesão pode ser feita até o dia 30 de novembro e deve beneficiar cerca de <strong>154,5 mil contribuintes</strong> com a redução de juros e multas, além do parcelamento dos valores a pagar. Com a iniciativa, o GDF estima arrecadar mais de <strong>R$ 350 milhões</strong> apenas neste ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A negociação valerá para as dívidas de:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS),</li>



<li>Imposto Sobre Serviços (ISS),</li>



<li>Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),</li>



<li>Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),</li>



<li>Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI),</li>



<li>Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD),</li>



<li>Taxa de Limpeza Pública (TLP),</li>



<li>Simples Candango,</li>



<li>débitos não tributáveis ou tributáveis (multas de trânsito, contribuições, aluguéis, taxas de ocupação, etc).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O contribuinte que quiser aderir deverá pagar um valor mínimo de 10% do total do débito, em caso de parcelamento, independentemente da quantidade de parcelas escolhidas. O parcelamento pode ser feito em até 120 vezes sobre o total da dívida atualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra possibilidade é a redução de juros e multas, inclusive as de caráter moratório, que podem chegar a 99% do valor para pagamento à vista ou 90% em parcelamentos de duas ou até 12 vezes. A redução de juros e multas diminui progressivamente, até chegar a 40%, para parcelamentos entre 61 e 120 vezes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Condições de pagamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A regularização de débitos tributários e não tributários de competência do Distrito Federal será feita da seguinte forma:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Parcelamento em até 120 parcelas do principal atualizado monetariamente;</li>



<li>Redução de juros e multas, inclusive as de caráter moratório, nas seguintes proporções:</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>99% do seu valor, no pagamento à vista;</li>



<li>90% do seu valor, no pagamento em duas a 12 parcelas;</li>



<li>80% do seu valor, no pagamento em 13 a 24 parcelas;</li>



<li>70% do seu valor, no pagamento em 25 a 36 parcelas;</li>



<li>60% do seu valor, no pagamento em 37 a 48 parcelas;</li>



<li>50% do seu valor, no pagamento em 49 a 60 parcelas;</li>



<li>40% do seu valor, no pagamento em 61 a 120 parcelas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode aderir ao Refis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas físicas ou jurídicas que possuírem débitos tributários e débitos não tributários com o GDF, cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite esta chance de regularizar sua situação fiscal! Consulte nossos advogados para orientações e mais detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2023/10/26/refis-gdf-sanciona-programa-de-renegociacao-de-dividas-do-governo-descontos-sao-de-ate-99percent-nos-juros.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Globo</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Justiça concede à mãe lactante o direito de assistir aulas remotamente</title>
		<link>https://fgr.adv.br/justica-concede-a-mae-lactante-o-direito-de-assistir-aulas-remotamente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 15:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça concede à mãe lactante o direito de assistir aulas remotamente]]></category>
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					<description><![CDATA[Desembargador do TJDFT concede à mãe lactante o direito de assistir aulas remotamente! A autora conta que é mãe lactante e estudante de Direito na instituição e que, em razão dessa situação, necessita de prosseguir no curso, acompanhando as aulas por meio virtual. Afirma que solicitou a ministração de aulas remotamente, contudo, embora a instituição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-300x300.jpg" alt="Justiça concede à mãe lactante o direito de assistir aulas remotamente" class="wp-image-1734" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/09/FGR2023-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Desembargador do TJDFT concede à mãe lactante o direito de assistir aulas remotamente!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora conta que é mãe lactante e estudante de Direito na instituição e que, em razão dessa situação, necessita de prosseguir no curso, acompanhando as aulas por meio virtual. Afirma que solicitou a ministração de aulas remotamente, contudo, embora a instituição de ensino disponha de meios tecnológicos, não atendeu ao seu pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estudante destaca ainda que, no 5º semestre, solicitou “Regime Especial de Frequência”, mas não teve nenhuma mobilização dos professores para viabilizar que ela assistisse às aulas de forma remota. Por fim, acrescenta que teve que levar a bebê para a sala de aula, que não dispunha de estrutura adequada para que ela ficasse com a criança em sala, e que um problema de hiperlactação agravou a dificuldade de amamentação durante as aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o Desembargador explicou que a Constituição Federal estabelece que são direitos sociais, entre outros, a educação, a saúde e a proteção à maternidade e à infância. Esclarece que, no caso em tela, estão suficientemente comprovados a probabilidade do direito e o perigo de dano para o deferimento da liminar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado elenca ainda alguns os motivos para o acolhimento do pedido, entre eles, o fato de a aluna não pretender se eximir das suas obrigações como acadêmica. Menciona também que, apesar de ter sido deferido à autora para cursar em “Regime Especial de Frequência”, a modalidade não se mostrou eficaz, por falha da própria instituição no fornecimento de materiais e no cumprimento das especificidades do regime. Destaca ainda que relatórios médicos atestam que a mulher se encontra em tratamento de hiperlactação e candidíase recorrente da mama e que a criança é portadora de intolerância alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, menciona que a instituição já possui instrumentos para a transmissão das aulas e, por isso, o pedido da aluna não implicaria aquisição de aparelhagem. Logo, “No contexto fático e jurídico que ora se apresenta, em que o semestre letivo teve início em 1º de agosto, reputo razoável o acolhimento do pedido liminar para viabilizar o acesso remoto (reservado) da agravante às aulas das disciplinas em que se encontra matriculada […]”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta decisão destaca a <strong><a href="http://www.fgr.adv.br">importância de apoiar as mães lactantes </a></strong>em suas jornadas acadêmicas e reconhece os direitos fundamentais à educação e à maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2023/agosto/mae-lactante-consegue-na-justica-o-direito-de-assistir-aulas-remotamente" target="_blank" rel="noopener">Fonte: TJDFT</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Auxílio-reclusão e seus dependentes</title>
		<link>https://fgr.adv.br/auxilio-reclusao-e-seus-dependentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 14:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio-reclusão e seus dependentes]]></category>
		<category><![CDATA[direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) possuem direito a uma série de benefícios voltados a determinadas situações, um deles é o chamado auxílio-reclusão, alvo de muitas polêmicas no Brasil. O auxílio-reclusão é um benefício pago apenas aos dependentes do segurado de baixa renda recolhido à prisão em regime fechado. O benefício, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-300x300.jpg" alt="Auxílio-reclusão e seus dependentes" class="wp-image-1372" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/03/FGR2023.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) possuem direito a uma série de benefícios voltados a determinadas situações, um deles é o chamado auxílio-reclusão, alvo de muitas polêmicas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/comunicacao-social/imprensa/noticias/decisao-auxilio-reclusao-so-e-devido-aos-dependentes-que-comprovarem-a-qualidade-de-segurado-do-genitor.htm#:~:text=O%20aux%C3%ADlio%2Dreclus%C3%A3o%20%C3%A9%20um,presentes%20os%20requisitos%20do%20art." target="_blank" rel="noreferrer noopener">auxílio-reclusão </a>é um benefício pago apenas aos dependentes do segurado de baixa renda recolhido à prisão em regime fechado. O benefício, com o valor da contribuição do segurado, tem por finalidade o amparo à subsistência material dos dependentes de baixa renda quando presentes os requisitos do art. 80 da Lei 8.213/1991 (não receber remuneração de empresa nem estiver em gozo de auxílio-doença, de pensão por morte, de salário-maternidade, de aposentadoria ou de abono de permanência em serviço) e enquanto estiver preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São considerados dependentes para o auxílio-reclusão, o cônjuge (marido ou mulher) ou companheiro (a); filhos; pais e irmãos, e mesmo assim, eles precisam cumprir alguns requisitos para fazer a solicitação. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos do auxílio-reclusão e seus dependentes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>cônjuge ou companheiro (a), de qualquer idade;</li>



<li>filhos não emancipados menores de 21 anos;</li>



<li>filhos inválidos ou portadores de deficiência de qualquer idade;</li>



<li>pais ou irmãos não emancipados menores de 21 anos;</li>



<li>pais ou irmãos inválidos ou portadores de deficiência de qualquer idade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É essencial lembrar que o beneficiário é o dependente do presidiário e não a pessoa que cometeu o crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="http://www.fgr.adv.br/blog">FGR Advogados</a> atua de forma especializada nestes e em outros temas ligados ao Direito de Família.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei estabelece CPF como documento único de identificação no serviço público</title>
		<link>https://fgr.adv.br/lei-estabelece-cpf-como-documento-unico-de-identificacao-no-servico-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 05:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Lei estabelece CPF como documento único de identificação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=1323</guid>

					<description><![CDATA[Foi sancionada na última quarta-feira (11), a lei&#160;14.534/23, que estabelece a inscrição no CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) como número único e suficiente para a identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos. O artigo 2º da nova lei determina que o CPF deve constar nos cadastros e documentos de órgãos públicos, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-300x300.jpg" alt="lei estabelece CPF como documento único de identificação no serviço público" class="wp-image-1324" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2023/01/FGR2023.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Foi sancionada na última quarta-feira (11), a lei&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14534.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>14.534/23</strong></a>, que<a href="http://fgr.adv.br/blog" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> estabelece a inscrição no CPF </a>(Cadastro de Pessoas Físicas) como número único e suficiente para a identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 2º da nova lei determina que o CPF deve constar nos cadastros e documentos de órgãos públicos, no registro civil de pessoas naturais ou nos conselhos profissionais, em especial nos seguintes documentos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">I &#8211; Certidão de nascimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">II &#8211; Certidão de casamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">III &#8211; Certidão de óbito;</p>



<p class="wp-block-paragraph">IV &#8211; Documento Nacional de Identificação (DNI);</p>



<p class="wp-block-paragraph">V &#8211; Número de Identificação do Trabalhador (NIT);</p>



<p class="wp-block-paragraph">VI &#8211; Registro no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep);</p>



<p class="wp-block-paragraph">VII &#8211; Cartão Nacional de Saúde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">VIII &#8211; Título de eleitor;</p>



<p class="wp-block-paragraph">IX &#8211; Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);</p>



<p class="wp-block-paragraph">X &#8211; Número da Permissão para Dirigir ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);</p>



<p class="wp-block-paragraph">XI &#8211; Certificado militar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">XII &#8211; Carteira profissional expedida pelos conselhos de fiscalização de profissão regulamentada; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">XIII &#8211; Outros certificados de registro e números de inscrição existentes em bases de dados públicas federais, estaduais, distritais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lei estabelece também que a inscrição no CPF será o número de identificação de novos documentos emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou conselhos profissionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a inscrição do CPF será adotada como único número nos documentos novos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como vai funcionar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pela lei 14.534,&nbsp;o número de inscrição no CPF constará nos cadastros e documentos de órgãos públicos, no registro civil de pessoas naturais ou nos conselhos profissionais (como certidões de nascimento, de casamento ou de óbito); no Documento Nacional de Identificação (DNI); no Número de Identificação do Trabalhador (NIT); no registro do Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); no Cartão Nacional de Saúde; no Título de Eleitor; na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); na Carteira Nacional de Habilitação (CNH); no certificado militar; na carteira profissional; e em outros certificados de registro e números de&nbsp;inscrição existentes em bases de dados públicas federais, estaduais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos documentos emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais terão como número de identificação o mesmo número do CPF. Quando uma pessoa requerer sua carteira de identidade, por exemplo, o órgão emissor terá que usar o mesmo número do CPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela lei, os cadastros, formulários, sistemas e outros instrumentos exigidos dos usuários para a prestação de serviços públicos devem ter um campo para o registro do CPF. O preenchimento será obrigatório e o suficiente para a identificação do cidadão, vedada a exigência de apresentar qualquer outro número. Ou seja, no acesso a serviços e&nbsp;informações, no exercício de direitos e&nbsp;obrigações ou na obtenção de benefícios perante órgãos federais, estaduais e municipais ou serviços públicos delegados, o cidadão terá que apresentar só o CPF ou outro documento com o número do CPF, dispensada a apresentação de qualquer outro documento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prazos de adequação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei também fixa alguns prazos para que órgãos e entidades realizem a adequação de sistemas e procedimentos de atendimento aos cidadãos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Esses prazos são:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• 12 meses para que os órgãos e as entidades realizem a adequação dos sistemas e dos procedimentos de atendimento aos cidadãos, para adoção do número de inscrição no CPF como número de identificação; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">• 24 meses para que os órgãos e as entidades tenham a interoperabilidade entre os cadastros e as bases de dados a partir do número de inscrição no CPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/01/12/cpf-sera-numero-unico-de-identificacao-do-cidadao-determina-lei-sancionada" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agência Senado</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
