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	<title>direito digital &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Justiça garante acesso ao patrimônio digital de filha falecida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 18:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um caso recente, o Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu o direito de uma mãe ao patrimônio digital de sua filha falecida. Segundo os autos, a autora da ação solicitou o desbloqueio do celular à empresa responsável pelo serviço, alegando ser a única herdeira e ter direito aos bens deixados pela filha, o [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-300x300.jpg" alt="patrimônio digital de filha falecida" class="wp-image-1899" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Em um caso recente, o Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu o direito de uma mãe ao patrimônio digital de sua filha falecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, a autora da ação solicitou o desbloqueio do celular à empresa responsável pelo serviço, alegando ser a única herdeira e ter direito aos bens deixados pela filha, o que incluiria o acervo digital do aparelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator do acórdão, desembargador Carlos Alberto de Salles, apesar da inexistência de regulamentação legal específica, o patrimônio digital de pessoa falecida, considerado seu conteúdo afetivo e econômico, pode integrar o espólio e, assim, ser objeto de sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não se verifica justificativa para obstar o direito da única herdeira de ter acesso às memórias da filha falecida, não se vislumbrando, no contexto dos autos, violação a eventual direito da personalidade da de cujus, notadamente pela ausência de disposição específica contrária ao acesso de seus dados digitais pela família. Acrescente-se, ainda, que não houve resistência da apelada ao pedido de transferência de acesso à conta da falecida, desde que houvesse prévia decisão judicial a esse respeito”, escreveu o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para nosso sócio, <strong><a href="https://fgr.adv.br/rafael-ferracina/">Rafael Ferracina</a></strong>: “este caso destaca a importância de considerar a herança digital, incluindo memórias e ativos econômicos, como parte do legado deixado por alguém. Embora não haja uma regulamentação específica, a decisão respeita os direitos da falecida e permite o acesso aos dados digitais pela família, desde que não haja disposição contrária e que seja respeitada a privacidade. Isso reflete a necessidade de estabelecer diretrizes claras para lidar com a herança digital, reconhecendo o papel cada vez mais significativo da tecnologia em nossas vidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação 1017379-58.2022.8.26.0068</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-30/tj-sp-reconhece-direito-de-mae-a-patrimonio-digital-da-filha-falecida/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: CONJUR</a></p>
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