<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>direito empresarial &#8211; FGR Advogados</title>
	<atom:link href="https://fgr.adv.br/tag/direito-empresarial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://fgr.adv.br</link>
	<description>Segurança, qualidade e resultados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2026 17:43:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-site-logo-01-01-32x32.png</url>
	<title>direito empresarial &#8211; FGR Advogados</title>
	<link>https://fgr.adv.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ITBI na integralização de capital com imóvel: Tribunal reconhece imunidade e afasta cobrança baseada em valor arbitrado pelo Município</title>
		<link>https://fgr.adv.br/itbi-na-integralizacao-de-capital-com-imovel-tribunal-reconhece-imunidade-e-afasta-cobranca-baseada-em-valor-arbitrado-pelo-municipio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 17:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Imunidade constitucional do ITBI]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade ITBI]]></category>
		<category><![CDATA[integralização de capital com imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[ITBI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2258</guid>

					<description><![CDATA[Uma recente decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás trouxe importante esclarecimento sobre a incidência do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) em operações de integralização de capital social com bens imóveis. No caso analisado, discutia-se a legalidade da cobrança do ITBI sobre a diferença entre o valor declarado pelo contribuinte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-3-240x300.jpg" alt="ITBI na integralização de capital com imóvel" class="wp-image-2259" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-3-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-3-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-3-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-3.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Uma recente decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás trouxe importante esclarecimento sobre a incidência do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) em operações de integralização de capital social com bens imóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso analisado, discutia-se a legalidade da cobrança do ITBI sobre a diferença entre o valor declarado pelo contribuinte na integralização do capital social e o valor venal atribuído unilateralmente pelo Município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação envolveu a transferência de um imóvel para uma pessoa jurídica com a finalidade de integralizar o capital social da empresa. O bem foi incorporado pelo mesmo valor declarado pelo sócio em sua declaração de imposto de renda, sem qualquer excedente destinado à formação de reserva de capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o pedido de reconhecimento da imunidade foi negado em primeira instância. No entanto, ao analisar o recurso, o Tribunal reformou a sentença e reconheceu que a operação estava protegida pela imunidade prevista no art. 156, §2º, inciso I, da Constituição Federal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Imunidade constitucional do ITBI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Constituição Federal estabelece que o ITBI não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital social. Essa regra tem como objetivo incentivar a capitalização das empresas e estimular o desenvolvimento das atividades econômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal destacou que, quando a integralização ocorre sem formação de reserva de capital, a imunidade alcança todo o valor da operação. Assim, não é possível exigir o imposto apenas com base na diferença entre o valor declarado pelo contribuinte e o valor de mercado arbitrado pelo Município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Valor do imóvel na integralização do capital</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante abordado na decisão foi a aplicação do art. 23 da Lei nº 9.249/1995, que autoriza a transferência de bens para integralização de capital social pelo valor constante da declaração de bens do contribuinte ou pelo valor de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o contribuinte possui a faculdade de escolher o critério de avaliação do bem no momento da integralização. Assim, quando a transferência ocorre pelo valor declarado no imposto de renda, não há irregularidade ou impedimento legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o Tribunal entendeu que a cobrança do ITBI com base em valor arbitrado unilateralmente pelo Município viola a imunidade constitucional e os princípios da legalidade e da tipicidade tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos para empresas e planejamento patrimonial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão reforça um entendimento relevante para empresários, produtores rurais e grupos familiares que utilizam imóveis na estruturação de suas sociedades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integralização de bens imóveis ao capital social é uma prática comum em processos de organização societária, planejamento patrimonial e estruturação empresarial. O correto enquadramento jurídico dessas operações pode evitar a incidência indevida de tributos e garantir maior segurança jurídica às empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados possui atuação voltada ao direito tributário e societário, prestando assessoria a empresas, empresários e produtores rurais em operações de reorganização societária, integralização de capital, planejamento patrimonial e discussão de exigências fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento jurídico especializado é essencial para estruturar essas operações de forma segura e alinhada à legislação e à jurisprudência aplicável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Menor de idade pode ser sócio de empresa?</title>
		<link>https://fgr.adv.br/menor-de-idade-pode-ser-socio-de-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 14:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[família e sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2252</guid>

					<description><![CDATA[A participação de menores de idade em sociedades empresárias pode causar estranhamento, mas é uma possibilidade prevista na legislação brasileira. Embora permitida, essa prática exige cuidados jurídicos específicos, pois envolve regras de representação legal, limitações à atuação do menor e possíveis reflexos patrimoniais. Casos recentes divulgados pela imprensa chamaram atenção para situações em que jovens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-2-240x300.jpg" alt="Menor de idade pode ser sócio de empresa" class="wp-image-2253" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-2-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-2-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-2-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A participação de menores de idade em sociedades empresárias pode causar estranhamento, mas é uma possibilidade prevista na legislação brasileira. Embora permitida, essa prática exige cuidados jurídicos específicos, pois envolve regras de representação legal, limitações à atuação do menor e possíveis reflexos patrimoniais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos recentes divulgados pela imprensa chamaram atenção para situações em que jovens descobriram, já na vida adulta, que estavam vinculados a empresas e até mesmo a dívidas relacionadas a sociedades das quais passaram a fazer parte ainda na adolescência. Esses episódios evidenciam a importância de compreender os limites legais da participação de menores em empresas e de estruturar adequadamente a organização societária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A legislação permite que menores sejam sócios de empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Código Civil admite que menores de idade integrem o quadro societário de empresas. No entanto, essa participação deve ocorrer com a devida representação ou assistência de seus responsáveis legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os artigos 974 e 1.634 do Código Civil, o incapaz <strong><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm" target="_blank" rel="noopener">pode participar de atividades empresariais </a></strong>desde que representado pelos pais ou responsáveis, respeitando as regras do poder familiar e as limitações previstas pela legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dessa permissão legal, existem restrições importantes. Entre elas, destaca-se a impossibilidade de o menor exercer funções de administração na sociedade. Além disso, sua participação deve observar requisitos formais, como a correta integralização das quotas e a formalização adequada no contrato social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento patrimonial e sucessório em empresas familiares</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a presença de menores no quadro societário costuma ocorrer em contextos de planejamento patrimonial e sucessório, especialmente em empresas familiares ou holdings patrimoniais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas estruturas, é comum que pais ou avós antecipem a organização da sucessão, transferindo quotas ou ações aos herdeiros ainda em vida. Muitas vezes, essa transferência ocorre com reserva de usufruto, mecanismo que permite aos doadores manter o controle da gestão e o direito aos rendimentos do patrimônio, como lucros e dividendos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de planejamento busca evitar conflitos sucessórios futuros, facilitar a continuidade das atividades empresariais e reduzir a necessidade de procedimentos como inventários para transferência de participação societária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é possível que menores ingressem na sociedade em situações de sucessão causa mortis, quando passam a integrar formalmente a empresa após o falecimento de um dos sócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Menor pode responder por dívidas da empresa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dúvida frequente diz respeito à responsabilidade do menor por eventuais dívidas da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em regra, a simples condição de sócio não implica responsabilização automática por obrigações empresariais. Nas sociedades limitadas e nas sociedades anônimas, prevalece o princípio da separação patrimonial entre empresa e sócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, essa proteção não é absoluta. Em situações excepcionais — como fraude, abuso da personalidade jurídica ou confusão patrimonial — o Poder Judiciário pode aplicar a desconsideração da personalidade jurídica, permitindo que os bens dos sócios sejam alcançados para satisfazer dívidas da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dessas situações depende sempre das circunstâncias do caso concreto e do entendimento judicial aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidados ao incluir menores em sociedades empresárias</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão de menores no quadro societário exige atenção especial à estrutura jurídica da empresa. Entre os principais cuidados recomendados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>elaboração de contrato social claro quanto à participação do menor;</li>



<li>observância das regras de representação ou assistência legal;</li>



<li>integralização adequada do capital social;</li>



<li>manutenção de contabilidade regular;</li>



<li>separação efetiva entre o patrimônio da empresa e o dos sócios.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção dessas medidas contribui para reduzir riscos jurídicos e garantir maior segurança na organização patrimonial e empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FGR Advogados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/"> FGR Advogados</a></strong> atua na assessoria jurídica em Direito Empresarial, planejamento patrimonial e estruturação societária, auxiliando empresas e famílias empresárias na construção de modelos jurídicos seguros, alinhados à legislação e às melhores práticas de governança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A correta organização das estruturas societárias é fundamental para prevenir riscos, preservar o patrimônio e assegurar a continuidade das atividades empresariais ao longo das gerações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa não pode ser cobrada por dívida trabalhista se não participou do processo, decide TST</title>
		<link>https://fgr.adv.br/empresa-nao-pode-ser-cobrada-por-divida-trabalhista-se-nao-participou-do-processo-decide-tst/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[dívida trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[escritório de advocacia em Brasília especializado em direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[execução trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2249</guid>

					<description><![CDATA[Uma decisão recente do Tribunal Superior do Trabalho reforçou um importante princípio do processo judicial: uma empresa não pode ser responsabilizada por uma condenação trabalhista se não participou da fase de conhecimento da ação. No caso analisado, a Justiça havia incluído outras empresas do mesmo grupo econômico apenas na fase de execução, quando já se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-1-240x300.jpg" alt="Empresa não pode ser cobrada por dívida trabalhista" class="wp-image-2250" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/03/FGR-2025-feed-1-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Uma decisão recente do <a href="https://www.conjur.com.br/2026-mar-01/se-nao-estao-na-peticao-inicial-empresas-nao-respondem-por-divida/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Superior do Trabalho </a>reforçou um importante princípio do processo judicial: uma empresa não pode ser responsabilizada por uma condenação trabalhista se não participou da fase de conhecimento da ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso analisado, a Justiça havia incluído outras empresas do mesmo grupo econômico apenas na fase de execução, quando já se buscava o pagamento da dívida reconhecida na sentença trabalhista. As empresas incluídas posteriormente recorreram, alegando que não tiveram oportunidade de participar do processo desde o início e apresentar sua defesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendimento do TST</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, a 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a inclusão de empresas apenas na fase de execução viola garantias fundamentais do processo, como o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que, como regra geral, somente quem participou da fase inicial da ação trabalhista pode ser responsabilizado pelo cumprimento da sentença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Posição do STF sobre o tema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento aplicado pelo TST segue a orientação definida pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.232 da repercussão geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o STF, a sentença trabalhista não pode ser direcionada contra empresas que não participaram da fase de conhecimento do processo, pois isso impediria o pleno exercício do direito de defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o redirecionamento da execução pode ocorrer em situações excepcionais, como nos casos de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sucessão empresarial</li>



<li>abuso da personalidade jurídica</li>



<li>fraude ou confusão patrimonial</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a inclusão da empresa deve ocorrer por meio do procedimento adequado, garantindo o direito de manifestação e defesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança jurídica nas relações empresariais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão reforça a importância de respeitar as etapas do processo judicial e garantir o direito de defesa das partes envolvidas. Para empresas e grupos econômicos, o tema é especialmente relevante, pois envolve a definição correta das responsabilidades dentro de ações trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o entendimento contribui para maior segurança jurídica nas relações empresariais e na condução de processos trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/"> FGR Advogados </a></strong>é um escritório que atua de forma estratégica na assessoria jurídica de empresas e empresários, com foco em soluções seguras, personalizadas e alinhadas às constantes mudanças do cenário jurídico. Com experiência consolidada e atuação técnica, o escritório acompanha de perto questões relevantes do Direito do Trabalho, Direito Empresarial e áreas correlatas, oferecendo suporte jurídico qualificado na prevenção e condução de demandas judiciais e consultivas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas devem se cadastrar no Domicílio Judicial Eletrônico</title>
		<link>https://fgr.adv.br/empresas-devem-se-cadastrar-no-domicilio-judicial-eletronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 17:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Domicílio Judicial Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2056</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) esclareceu que o uso do Domicílio Judicial Eletrônico passou a ser obrigatório para empresas públicas e privadas, incluindo aquelas em recuperação judicial e empresas estrangeiras com CNPJ ativo no Brasil. A determinação foi formalizada em resposta a uma consulta analisada durante a 7ª Sessão Virtual do CNJ, realizada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/06/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="Domicílio Judicial Eletrônico" class="wp-image-2057" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/06/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/06/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/06/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/06/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) esclareceu que o uso do Domicílio Judicial Eletrônico passou a ser obrigatório para empresas públicas e privadas, incluindo aquelas em recuperação judicial e empresas estrangeiras com CNPJ ativo no Brasil. A determinação foi formalizada em resposta a uma consulta analisada durante a 7ª Sessão Virtual do CNJ, realizada na última semana de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida visa modernizar e agilizar a comunicação processual, priorizando o meio eletrônico para o envio de citações e intimações destinadas às partes e terceiros envolvidos nos processos judiciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prazo prorrogado para empresas do Rio Grande do Sul</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando o estado de calamidade pública enfrentado pelo Rio Grande do Sul, o CNJ autorizou a prorrogação do prazo para o cadastro das empresas sediadas no estado, que agora têm até o dia 30 de setembro de 2025 para realizar a inscrição no sistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entidades não obrigadas e o cadastro voluntário</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o cadastro seja obrigatório para empresas, algumas entidades com CNPJ não estão sujeitas à obrigatoriedade, conforme disposto na <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4509" target="_blank" rel="noopener">Resolução CNJ nº 455/2022</a>, que instituiu o sistema. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Associações</li>



<li>Fundações</li>



<li>Organizações religiosas</li>



<li>Partidos políticos</li>



<li>Condomínios</li>



<li>Consórcios</li>



<li>Sociedades sem fins lucrativos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o CNJ destacou que essas entidades podem se cadastrar de forma voluntária e usufruir dos benefícios oferecidos, como segurança jurídica, eficiência na comunicação e previsibilidade processual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Empresas estrangeiras: cuidados específicos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de empresas estrangeiras sem atividade empresarial no Brasil, o cadastro também é necessário. Para isso, a empresa deve nomear um representante legal residente no país, com poderes específicos para receber citações e intimações. Além disso, devem ser apresentados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Procuração com poderes específicos</li>



<li>Tradução juramentada dos documentos</li>



<li>Comprovante de sede no exterior</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses requisitos estão alinhados à Instrução Normativa RFB nº 2.119/2022.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância do cumprimento da norma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Domicílio Judicial Eletrônico é uma ferramenta central no processo de digitalização do Judiciário brasileiro, promovendo uma comunicação mais ágil, segura e eficiente entre os tribunais e as partes. O não cumprimento da obrigatoriedade pode implicar consequências jurídicas relevantes, como a validade de citações realizadas exclusivamente por meio eletrônico, mesmo sem o recebimento físico ou pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, é fundamental que as empresas se adequem às diretrizes da Resolução CNJ nº 455/2022 e demais normativos correlatos, a fim de garantir a regularidade e segurança de sua atuação nos processos judiciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A FGR pode ajudar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso escritório conta com uma<strong><a href="https://fgr.adv.br/"> equipe especializada </a></strong> pronta para orientar sua empresa quanto à obrigatoriedade do cadastro, os documentos exigidos, o procedimento correto e eventuais estratégias jurídicas necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de dúvidas ou para iniciar o processo de regularização, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edge do Brasil &#8211; primeiro ano!</title>
		<link>https://fgr.adv.br/edge-do-brasil-primeiro-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 12:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoramento Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Edge do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EDGE Group]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=1885</guid>

					<description><![CDATA[Nossos sócios Wanley Girão, Rafael Ferracina e Rodolfo Rodrigues marcaram presença no evento de celebração do primeiro ano da EDGE Group no Brasil. Com 42 empresas sob seu guarda-chuva, a EDGE Group, estatal de defesa dos Emirados Árabes, já figura entre as 20 maiores do mundo. Nossa equipe desempenha um papel crucial, fornecendo assessoramento jurídico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-300x300.png" alt="Edge do Brasil" class="wp-image-1886" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-300x300.png 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-1024x1024.png 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-150x150.png 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-768x768.png 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-600x600.png 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR.png 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Nossos sócios Wanley Girão, Rafael Ferracina e Rodolfo Rodrigues marcaram presença no evento de celebração do primeiro ano da EDGE Group no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 42 empresas sob seu guarda-chuva, a <strong><a href="https://fgr.adv.br/category/direito-empresarial/">EDGE Group</a></strong>, estatal de defesa dos Emirados Árabes, já figura entre as 20 maiores do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa equipe desempenha um papel crucial, fornecendo <strong><a href="https://edgegroup.ae/" target="_blank" rel="noopener">assessoramento jurídico</a></strong> abrangente, garantindo que a EDGE do Brasil esteja em conformidade com todos os requisitos legais e regulamentares para operar em solo brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parabéns à EDGE do Brasil Ltda. pelo seu primeiro ano de conquistas e crescimento!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos ansiosos para continuar nossa parceria de sucesso e contribuir para um futuro ainda mais promissor!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel da mediação e arbitragem em resolução de litígios comerciais</title>
		<link>https://fgr.adv.br/o-papel-da-mediacao-e-arbitragem-em-resolucao-de-litigios-comerciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 20:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[arbitragem e mediaçã]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[mediação e arbitragem em resolução de litígios comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[O papel da mediação e arbitragem em resolução de litígios comerciais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=1866</guid>

					<description><![CDATA[Em um mundo onde a agilidade e a eficiência são essenciais, as empresas precisam de soluções rápidas e eficazes para resolver litígios comerciais. Você sabe como a arbitragem funciona? Esse método de resolução de conflitos pode ser a melhor solução para resolver os problemas comerciais que envolvem sua empresa. Afinal, ao optar por essa modalidade, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-300x300.jpg" alt="mediação e arbitragem em resolução de litígios comerciais" class="wp-image-1867" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-3.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em um mundo onde a agilidade e a eficiência são essenciais, as empresas precisam de soluções rápidas e eficazes para resolver litígios comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabe como a arbitragem funciona? Esse método de resolução de conflitos pode ser a melhor solução para resolver os problemas comerciais que envolvem sua empresa. Afinal, ao optar por essa modalidade, não é preciso depender do Poder Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, apesar da necessidade cada vez mais presente da arbitragem, é normal que os CEOs de empresas ainda tenham dúvidas sobre o assunto, especialmente porque eles não sabem se, de fato, vale a pena optar por esse método de resolução de conflitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é arbitragem?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A arbitragem é um procedimento que tem como objetivo resolver conflitos dos mais diversos ramos. Trata-se de uma forma alternativa e privada de adjudicação de disputas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o Brasil contar com uma cultura voltada para o monopólio estatal de jurisdição, o processo de arbitragem se torna cada vez mais usual para a solução de conflitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que a Lei de Arbitragem (Lei nº 9.307/96) foi promulgada, a arbitragem conta com a mesma validade de um processo judicial. Isso quer dizer que a sentença que um árbitro (juiz privado) promulga, tem a mesma força que a proferida pelo juiz estatal, uma vez que as duas apresentam natureza de título executivo judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao optar pela arbitragem, o julgamento é realizado por árbitros que, em geral, são especialistas na matéria específica que é objeto da disputa entre as partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, a arbitragem foi pensada para ser usada especialmente em disputas empresariais, como em casos envolvendo a inadimplência contratual, principalmente aqueles que tinham um componente internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os árbitros são profissionais com experiência na área do Direito, no ramo de negócios e no mercado e, portanto, são capazes de solucionar muito bem a disputa empresarial. Além disso, como se trata de um processo mais ágil, ele é mais adequado ao tempo empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vantagens da arbitragem para resolver litígios comerciais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Celeridade:</strong> Na arbitragem, até mesmo as lides mais complexas podem ser resolvidas em menos tempo se compararmos com o Poder Judiciário. Em média, o procedimento conta com a duração de aproximadamente 24 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confidencialidade:</strong> Um dos grandes benefícios do processo arbitral é que nesse tipo de procedimento o julgamento pode correr em sigilo. Assim, somente as partes envolvidas têm acesso aos atos e podem decidir se desejam ou não abrir o caso ao público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escolha do julgador:</strong> Mais uma vantagem da arbitragem é a possibilidade de escolher o julgador, com base na confiança no trabalho desempenhado pelo Árbitro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Decisão por um especialista na matéria:</strong> O juiz do processo arbitral pode ser um profissional apontado pelas partes envolvidas ou um especialista escolhido pela própria câmara de arbitragem empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Flexibilidade no procedimento arbitral:</strong> A flexibilidade que há no processo arbitral costuma casar bem tanto com contratos simples quanto com as questões mais complexas, uma vez que é possível envolver múltiplas partes de diversas nacionalidades e até mesmo múltiplos contratos na arbitragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custo de oportunidade:</strong> Ao optar por esse método, além da previsibilidade dos custos envolvidos no procedimento, uma eventual disputa é solucionada de forma sigilosa e em um curto período, quando comparada ao tempo gasto no Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mesma validade que uma sentença judicial:</strong> A sentença arbitral produz entre as partes os mesmos efeitos das sentenças que são proferidas pelos órgãos do judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Irrecorribilidade: </strong>A decisão do juízo arbitral é definitiva e dela não cabe recurso, o que torna o procedimento muito mais ágil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a arbitragem funciona?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A arbitragem empresarial tem como objetivo contribuir com a sociedade empresarial na procura de um verdadeiro acesso à justiça, garantido constitucionalmente. A agilidade para obter desfechos em litígios complexos e a garantia de sigilo durante o processo tornam esse mecanismo útil e popular no ambiente corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arbitragem pode ser usada em diversos ramos da atividade econômica, como comércio, indústria, setor bancário, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que você conhece mais sobre a arbitragem, deve ter notado que ela conta com diversas vantagens na resolução de conflitos empresariais e pode ser a melhor alternativa para a sua empresa, não é mesmo? Afinal, ao optar por esse método é possível economizar tempo, dinheiro e obter soluções mais precisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">comprometidos em fornecer aos nossos clientes</a></strong> as melhores opções para resolver litígios comerciais de forma eficiente e satisfatória.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seguro empresarial: proteção para seu negócio</title>
		<link>https://fgr.adv.br/seguro-empresarial-protecao-para-seu-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 12:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[família e sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro empresarial: proteção para seu negócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=1855</guid>

					<description><![CDATA[O seguro empresarial desempenha um papel crucial na salvaguarda do seu negócio contra uma gama de riscos e perdas financeiras. Proporcionando cobertura abrangente para diversos aspectos da sua empresa, essa proteção é essencial para minimizar o impacto de imprevistos e situações adversas. Os seguros empresariais podem oferecer cobertura para diversas áreas, dependendo das necessidades específicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-300x300.jpg" alt="Seguro empresarial: proteção para seu negócio" class="wp-image-1856" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/03/FGR-2024.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O seguro empresarial desempenha um papel crucial na salvaguarda do seu negócio contra uma gama de riscos e perdas financeiras. Proporcionando cobertura abrangente para diversos aspectos da sua empresa, essa proteção é essencial para minimizar o impacto de imprevistos e situações adversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seguros empresariais podem oferecer cobertura para diversas áreas, dependendo das <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Inicio" target="_blank" rel="noopener">necessidades específicas da empresa.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça alguns dos aspectos comuns cobertos pelos seguros empresariais.</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Propriedade:</strong> Protege os bens físicos da empresa, como prédios, equipamentos, inventário e móveis, contra danos ou perdas causados por incêndios, inundações, vandalismo, entre outros eventos.</li>



<li><strong>Responsabilidade Civil:</strong> Oferece cobertura em caso de responsabilidade legal da empresa por danos a terceiros, seja por lesões corporais ou danos materiais causados pela empresa, seus produtos ou seus funcionários.</li>



<li><strong>Riscos Operacionais:</strong> Cobertura para interrupções nas operações devido a eventos como incêndios, inundações, falhas de energia, entre outros, que podem resultar em perda de receita.</li>



<li><strong>Seguro de Vida e Saúde para Funcionários:</strong> Oferece benefícios aos funcionários em casos de morte, invalidez ou despesas médicas, ajudando a atrair e reter talentos.</li>



<li><strong>Cyberseguro:</strong> Protege contra riscos cibernéticos, incluindo ataques de hackers, roubo de dados e interrupções nos sistemas de tecnologia da informação.</li>



<li><strong>Seguro de Viagem para Negócios:</strong> Fornece cobertura para funcionários que viajam a trabalho, incluindo despesas médicas, cancelamento de viagem e perda de bagagem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada empresa é única, e as necessidades de seguro podem variar. Por isso, é importante avaliar os riscos específicos do negócio e escolher coberturas adequadas para garantir uma proteção eficaz. As apólices de seguro empresarial são personalizáveis, permitindo que as empresas escolham as coberturas que melhor atendam às suas circunstâncias e exposições a riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso compromisso é oferecer <strong><a href="https://fgr.adv.br/category/direito-empresarial/">soluções inovadoras </a></strong>que auxiliem nossos clientes a concretizarem as mudanças essenciais em seus empreendimentos. Estamos preparados para encarar desafios significativos com determinação, prontidão e compromisso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
