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	<title>Escritório de Advocacia em Brasília &#8211; FGR Advogados</title>
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	<description>Segurança, qualidade e resultados</description>
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	<title>Escritório de Advocacia em Brasília &#8211; FGR Advogados</title>
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	<item>
		<title>Uma ajuda financeira em vida pode virar conflito após a morte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 21:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda financeira em vida]]></category>
		<category><![CDATA[antecipação de herança]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma ajuda financeira entre familiares pode gerar dúvidas e até conflitos na hora de dividir uma herança. Quando uma pessoa transfere dinheiro ou bens a um filho, neto ou outro familiar, é importante compreender os efeitos jurídicos dessa decisão, especialmente quando existem herdeiros necessários. Uma reportagem publicada pelo Correio Braziliense, em 13 de outubro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/10/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg" alt="ajuda financeira em vida" class="wp-image-2361" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/10/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/10/FGR-2025-feed-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/10/FGR-2025-feed-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/10/FGR-2025-feed-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Uma ajuda financeira entre familiares pode gerar dúvidas e até conflitos na hora de <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/avo-transfere-r-90-mil-para-ajudar-o-neto-a-comprar-o-primeiro-apartamento-e-apos-sua-morte-os-filhos-exigem-que-o-valor-seja-considerado-na-divisao-da-heranca-o-neto-afirma-que-o-dinheiro-foi-um/" target="_blank" rel="noopener">dividir uma herança</a>. Quando uma pessoa transfere dinheiro ou bens a um filho, neto ou outro familiar, é importante compreender os efeitos jurídicos dessa decisão, especialmente quando existem herdeiros necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma reportagem publicada pelo Correio Braziliense, em 13 de outubro de 2026, abordou uma situação ilustrativa em que uma avó transfere R$ 90 mil ao neto para ajudá-lo a comprar o primeiro apartamento. Após a morte dela, os filhos questionam a destinação do valor e defendem que ele seja considerado na divisão da herança. O neto, por sua vez, afirma que recebeu um presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso levanta uma questão relevante para o Direito das Sucessões: uma doação realizada em vida precisa ser considerada no inventário?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende das circunstâncias da transferência, da posição sucessória de quem recebeu o patrimônio e do respeito aos limites legais para doações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doação em vida é considerada adiantamento de herança?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Código Civil estabelece, em seu artigo 544, que a doação de um ascendente a um descendente — como a transferência de patrimônio de pais para filhos — constitui, em regra, adiantamento do que caberá ao beneficiário por herança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa regra está relacionada à chamada colação, procedimento destinado a considerar determinadas doações recebidas em vida no cálculo da partilha, para preservar o equilíbrio entre os herdeiros que concorrem à sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que uma transferência feita para ajudar um familiar pode produzir efeitos que vão além do momento em que o dinheiro é recebido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, não é correto afirmar que toda doação feita a um familiar deverá, automaticamente, ser incluída na divisão da herança. É necessário verificar quem recebeu o patrimônio, se essa pessoa concorre à sucessão e se existem hipóteses legais de dispensa da colação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doação de avó para neto precisa entrar no inventário?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A doação de avós para netos exige atenção às particularidades da sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente do que ocorre, em regra, na doação de pais para filhos, a transferência feita diretamente a um neto não implica necessariamente a obrigação de colacionar o valor recebido. A análise depende, entre outros fatores, de quem são os herdeiros e de qual é a posição do neto na sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 2.005, parágrafo único, do Código Civil prevê uma regra específica para determinadas doações feitas a descendentes que, no momento da liberalidade, não seriam chamados à sucessão como herdeiros necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante verificar se o pai ou a mãe do neto está vivo, se o beneficiário herdaria diretamente da avó ou por representação e quais circunstâncias jurídicas envolvem a doação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses elementos podem influenciar a forma como a transferência será tratada no inventário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível doar bens ou dinheiro sem prejudicar os demais herdeiros?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A legislação permite a doação de patrimônio em vida, mas estabelece limites para proteger os direitos dos herdeiros necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o artigo 549 do Código Civil, é nula a doação quanto à parcela que exceder aquilo que o doador poderia dispor por testamento. Essa regra busca impedir que a liberalidade ultrapasse os limites legais e comprometa a legítima dos herdeiros protegidos pela lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação deve considerar a situação patrimonial existente no momento da doação, além dos demais elementos relevantes para o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, mesmo quando a intenção é ajudar um familiar ou proporcionar melhores condições de vida, é importante avaliar os efeitos patrimoniais da transferência e documentar adequadamente a operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar conflitos familiares relacionados à herança?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento sucessório permite organizar a transmissão do patrimônio de acordo com a vontade do titular, respeitando os limites legais e os direitos dos herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os cuidados que merecem atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Formalizar as doações:</strong> manter documentos que identifiquem o valor, a data e a natureza da transferência.</li>



<li><strong>Esclarecer a finalidade: </strong>registrar, quando pertinente, a intenção de quem realiza a doação e a forma como ela deverá ser considerada.</li>



<li><strong>Avaliar os limites legais: </strong>verificar a parcela disponível do patrimônio e a proteção conferida aos herdeiros necessários.</li>



<li><strong>Considerar a estrutura familiar:</strong> analisar o parentesco, a posição sucessória dos beneficiários e os possíveis reflexos no inventário.</li>



<li><strong>Planejar a sucessão:</strong> avaliar os instrumentos jurídicos adequados para organizar a transmissão patrimonial e reduzir incertezas futuras.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas medidas não eliminam necessariamente todas as divergências, mas ajudam a dar clareza às decisões patrimoniais e podem reduzir o risco de disputas entre familiares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento sucessório: decisões em vida, efeitos no futuro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A doação de dinheiro ou de bens pode representar uma forma legítima de apoiar filhos, netos e outros familiares. No entanto, seus efeitos jurídicos precisam ser considerados antes da transferência, especialmente quando há patrimônio relevante e mais de um herdeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como demonstra a situação abordada pelo Correio Braziliense, chamar uma transferência de “presente” não é suficiente, por si só, para definir seus efeitos na sucessão. Da mesma forma, o recebimento de uma doação não significa automaticamente que o beneficiário terá de devolver o valor ou dividi-lo com os demais herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada situação exige uma análise das circunstâncias da doação, da legislação aplicável e da estrutura familiar envolvida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Direito de Família e das Sucessões, nesse contexto, abrange questões que vão além da partilha de bens: envolve a organização patrimonial, a proteção dos direitos sucessórios e a compreensão dos efeitos jurídicos das decisões tomadas em vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog">planejamento sucessório </a></strong>é um instrumento importante para quem deseja transmitir seu patrimônio com clareza, respeitando a legislação e considerando as particularidades de cada família.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dívida fiscal dos herdeiros: quando o espólio ou sucessores podem responder pela cobrança?</title>
		<link>https://fgr.adv.br/divida-fiscal-dos-herdeiros-quando-o-espolio-ou-sucessores-podem-responder-pela-cobranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[dívida tributária do falecido]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[herdeiros respodem por dívida fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório]]></category>
		<category><![CDATA[Tema 1393 STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece com uma dívida fiscal quando o contribuinte morre? A questão ganhou um importante parâmetro com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema Repetitivo 1.393, que trata do redirecionamento da execução fiscal para o espólio ou para os sucessores. O entendimento estabelece uma diferença importante: se o contribuinte morreu antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="Dívida fiscal" class="wp-image-2350" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O que acontece com uma dívida fiscal quando o contribuinte morre? A questão ganhou um importante parâmetro com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema Repetitivo 1.393, que trata do redirecionamento da <strong><a href="https://fgr.adv.br/category/familia-e-sucessoes/">execução fiscal </a></strong>para o espólio ou para os sucessores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento estabelece uma diferença importante: se o contribuinte morreu antes de ser regularmente citado na execução fiscal, o processo não pode simplesmente ser redirecionado ao espólio ou aos herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando a citação ocorreu antes do falecimento, a execução fiscal pode prosseguir contra o espólio ou os sucessores, observadas as regras previstas na legislação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Herdeiros respondem pelas dívidas fiscais do falecido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende das circunstâncias do caso e, especialmente, do momento em que ocorreu a citação na execução fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o entendimento firmado pelo STJ, quando o contribuinte é regularmente citado e posteriormente falece, a execução pode ser redirecionada ao espólio ou aos sucessores, conforme as regras de responsabilidade tributária e sucessória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa responsabilidade, contudo, não significa que os herdeiros passem a responder ilimitadamente pelas dívidas do falecido com seu patrimônio pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade dos sucessores está relacionada ao patrimônio transmitido pela sucessão, nos termos da legislação aplicável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece se o contribuinte morrer antes da citação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos principais pontos definidos pelo STJ no Tema 1.393.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o contribuinte falece antes de ser regularmente citado, não é possível simplesmente substituir o seu nome pelo espólio ou pelos herdeiros em uma execução fiscal já ajuizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Tribunal, a execução deve ser extinta em relação ao contribuinte falecido, sem prejuízo de que a Fazenda Pública busque a cobrança do crédito por meio do procedimento juridicamente adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão considera que a identificação correta do sujeito passivo é essencial para garantir o direito de defesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A dívida tributária desaparece com a morte?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O falecimento do contribuinte não significa, por si só, a extinção do crédito tributário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que o STJ analisou foi a possibilidade de redirecionar uma determinada execução fiscal ao espólio ou aos sucessores, especialmente quando o contribuinte morreu antes de ser citado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante diferenciar duas questões: a existência do crédito tributário e a possibilidade de cobrança desse crédito por meio de determinada execução fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O espólio pode responder pela execução fiscal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto não houver a partilha, o espólio pode responder pelas obrigações do falecido, dentro das regras previstas na legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a partilha, a responsabilidade passa a ser analisada em relação aos sucessores, observados os limites estabelecidos pela legislação tributária e sucessória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, portanto, a análise do processo de execução fiscal e do momento em que ocorreu o falecimento e a citação é fundamental para determinar quem pode figurar no polo passivo da cobrança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fazenda Pública pode apenas trocar o nome do devedor?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto relevante do julgamento envolve a Certidão de Dívida Ativa (CDA), documento que fundamenta a execução fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STJ reforçou que a possibilidade de corrigir erros formais ou materiais da CDA não permite modificar o sujeito passivo da execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a substituição do contribuinte falecido pelo espólio ou pelos sucessores não pode ser tratada simplesmente como uma correção formal do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de quem é o responsável pela dívida possui relação direta com o direito de defesa e com a própria validade da cobrança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o Tema 1.393 do STJ estabelece?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o entendimento firmado pelo STJ estabelece que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contribuinte citado antes do falecimento: a execução fiscal pode prosseguir contra o espólio ou sucessores, conforme a legislação;</li>



<li>contribuinte falecido antes da citação: a execução não pode ser simplesmente redirecionada ao espólio ou aos herdeiros;</li>



<li>responsabilidade dos sucessores: deve observar os limites estabelecidos pela legislação e o patrimônio transmitido pela sucessão;</li>



<li>alteração da CDA: não pode ser utilizada para modificar o sujeito passivo da execução fiscal.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, o entendimento estabelecido pelo STJ deve orientar os processos que discutem a mesma questão jurídica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que essa decisão é importante para famílias e empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre dívidas tributárias, patrimônio e sucessão pode gerar situações complexas, principalmente quando existem execuções fiscais em andamento no momento do falecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a análise não deve se limitar à existência ou não da dívida. É necessário verificar, entre outros aspectos, quando a execução foi ajuizada, quando ocorreu a citação, a data do falecimento, a situação do espólio e eventual partilha dos bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses elementos podem influenciar diretamente a forma como a cobrança poderá prosseguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados atua em questões relacionadas ao Direito Tributário, Direito Sucessório, planejamento patrimonial e sucessório, analisando de forma integrada os aspectos jurídicos que envolvem patrimônio, obrigações tributárias e sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações que envolvem execução fiscal e falecimento do contribuinte, a análise individualizada do processo e do patrimônio sucessório é fundamental para compreender os caminhos jurídicos aplicáveis a cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:<a href="https://processo.stj.jus.br/repetitivos/temas_repetitivos/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1393&amp;cod_tema_final=1393" target="_blank" rel="noopener"> Superior Tribunal de Justiça</a> – Tema Repetitivo 1.393.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Embriões congelados após o divórcio: Justiça decide que consentimento deve ser atual</title>
		<link>https://fgr.adv.br/embrioes-congelados-apos-o-divorcio-justica-decide-que-consentimento-deve-ser-atual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Embriões congelados após o divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece com os embriões congelados após o divórcio? Uma decisão recente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) analisou justamente essa questão e reconheceu o direito de um homem de retirar seu consentimento para a utilização de embriões criopreservados durante o casamento. O caso envolvia três embriões congelados em 2021, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="Embriões congelados após o divórcio" class="wp-image-2329" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O que acontece com os embriões congelados após o divórcio? Uma decisão recente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) analisou justamente essa questão e reconheceu o direito de um homem de retirar seu consentimento para a utilização de embriões criopreservados durante o casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolvia três embriões congelados em 2021, quando o casal ainda estava junto. A fertilização in vitro foi realizada enquanto a mulher se preparava para um tratamento contra o câncer de mama, que posteriormente comprometeu sua fertilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o divórcio, em 2023, o homem manifestou que não desejava mais utilizar os embriões e pediu autorização para o descarte. A ex-esposa, por outro lado, pretendia utilizá-los, argumentando que o material representava sua última possibilidade de uma gestação biológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O consentimento para implantação pode ser retirado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao julgar o recurso, a 1ª Câmara Especial Cível do TJ-RS entendeu que sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Tribunal, o consentimento dado anteriormente não é necessariamente definitivo. A vontade relacionada à reprodução assistida deve permanecer livre, atual e inequívoca até o momento da implantação dos embriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão considerou que o planejamento familiar é baseado na autonomia da vontade e que não seria possível impor ao doador uma paternidade contra sua manifestação atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também observou que o documento assinado pelo casal junto à clínica, em 2021, não estabelecia de forma clara a irrevogabilidade do consentimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Direito à maternidade e direito à não paternidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais relevantes da decisão foi a necessidade de equilibrar os interesses das duas partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Tribunal tenha reconhecido a situação de saúde e a dificuldade enfrentada pela ex-esposa, concluiu que o desejo de maternidade biológica não poderia prevalecer sobre a autonomia e a liberdade do ex-parceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a decisão destacou que obrigar alguém a assumir uma paternidade contra sua vontade atual poderia representar violação aos direitos de liberdade e autodeterminação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu o TJ-RS?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, o colegiado reformou a decisão de primeira instância e autorizou o descarte dos três embriões criopreservados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento considerou a legislação aplicável à reprodução assistida, a Resolução CFM nº 2.320/2022 e a Lei nº 11.105/2005 (Lei de Biossegurança).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que essa decisão é relevante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso demonstra que questões relacionadas à fertilização in vitro e aos embriões congelados podem continuar produzindo efeitos jurídicos mesmo após o fim de um relacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também reforça a importância de que os termos de consentimento assinados em clínicas de reprodução assistida sejam analisados com atenção, especialmente quanto às possibilidades de utilização, doação ou descarte dos embriões em situações como divórcio ou separação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do TJ-RS trata de um caso específico e não significa que todo conflito envolvendo embriões criopreservados após o divórcio terá necessariamente o mesmo resultado. As circunstâncias do caso concreto e os documentos assinados pelas partes podem ser determinantes para a análise judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados</a></strong> atua na assessoria e consultoria jurídica em questões relacionadas ao Direito de Família e Sucessões, com atenção às particularidades de cada caso e às constantes mudanças na legislação e na jurisprudência. A atuação busca oferecer uma análise técnica e individualizada para questões que envolvem planejamento familiar, relações familiares e seus reflexos jurídicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Su">Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Su</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pix Pensão: O que muda com a nova legislação?</title>
		<link>https://fgr.adv.br/pix-pensao-o-que-muda-com-a-nova-legislacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimentícia]]></category>
		<category><![CDATA[Pix Pensão]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova legislação conhecida como &#8220;Lei Pix Pensão&#8221; representa um importante avanço na busca por maior efetividade no cumprimento das obrigações alimentares. O objetivo é reduzir a inadimplência e tornar o pagamento da pensão alimentícia mais rápido, seguro e eficiente, utilizando a tecnologia para facilitar o cumprimento das decisões judiciais. Embora a lei já esteja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-11-240x300.jpg" alt="pix pensão" class="wp-image-2322" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-11-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-11-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-11-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-11.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/pix-pensao-entenda-como-vai-funcionar-a-transferencia-automatica-de-pensao-alimenticia" target="_blank" rel="noopener">nova legislação </a>conhecida como &#8220;Lei Pix Pensão&#8221; representa um importante avanço na busca por maior efetividade no cumprimento das obrigações alimentares. O objetivo é reduzir a inadimplência e tornar o pagamento da pensão alimentícia mais rápido, seguro e eficiente, utilizando a tecnologia para facilitar o cumprimento das decisões judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a lei já esteja em vigor, sua aplicação prática ocorrerá após o período de implementação previsto na própria norma. A expectativa é que o novo sistema possa começar a ser utilizado a partir de julho de 2027, após a regulamentação e a adaptação dos sistemas necessários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funcionará o Pix Pensão?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova regra altera o Código de Processo Civil para permitir que o pagamento da pensão alimentícia seja realizado por meio de débito automático, com transferência direta para a conta do beneficiário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mecanismo dependerá de determinação judicial e será aplicável às pensões alimentícias fixadas por sentença ou por acordo homologado judicialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o pagamento deixará de depender da iniciativa do devedor, proporcionando maior previsibilidade para quem depende da pensão para seu sustento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece se não houver saldo na conta?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Caso não exista saldo suficiente na conta indicada para o débito, a legislação prevê que poderão ser localizados recursos existentes em outras contas bancárias ou aplicações financeiras do devedor, observados os requisitos e limites estabelecidos em lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As demais medidas previstas para a cobrança da pensão alimentícia permanecem válidas, como a execução judicial, o protesto da dívida e a prisão civil, quando cabíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o Pix Pensão começa a valer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a lei já ter sido sancionada, ela estabelece um prazo de um ano para que o sistema seja desenvolvido e implementado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a previsão é que o Pix Pensão passe a ser aplicado a partir de julho de 2027, proporcionando maior efetividade às decisões judiciais relacionadas ao pagamento da pensão alimentícia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os benefícios da nova legislação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais benefícios esperados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução da inadimplência;</li>



<li>maior agilidade no recebimento da pensão;</li>



<li>mais segurança jurídica para beneficiários e devedores;</li>



<li>utilização da tecnologia para garantir o cumprimento das decisões judiciais;</li>



<li>diminuição da necessidade de novas ações de cobrança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A medida busca oferecer maior previsibilidade às famílias que dependem da pensão alimentícia e fortalecer a efetividade da prestação jurisdicional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A atuação do FGR Advogados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Questões relacionadas à pensão alimentícia exigem análise individualizada, pois cada situação possui características próprias e pode envolver diferentes aspectos do Direito de Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog">FGR Advogados </a></strong>atua na orientação jurídica em demandas envolvendo fixação, revisão, exoneração, execução e cumprimento de obrigações alimentares, sempre com foco na segurança jurídica e na observância da legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso você tenha dúvidas sobre seus direitos ou enfrente questões relacionadas à pensão alimentícia, busque a orientação de um advogado de sua confiança para a análise adequada do seu caso concreto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: o que muda para as empresas a partir de 1º de agosto?</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-o-que-muda-para-as-empresas-a-partir-de-1o-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[adequação fiscal Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária empresas]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas fiscais e Reforma Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2317</guid>

					<description><![CDATA[A partir de 1º de agosto de 2026, entra em uma nova etapa a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo, com o início da exigência das obrigações acessórias relacionadas ao novo modelo tributário brasileiro. A mudança faz parte do período de transição para a adoção da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-240x300.jpg" alt="Reforma tributária 1º de agosto" class="wp-image-2318" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A partir de 1º de agosto de 2026, entra em uma nova etapa a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo, com o início da exigência das obrigações acessórias relacionadas ao <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/77891/reforma-tributaria-obrigacoes-acessorias-entram-em-vigor-dia-1o-de-agosto/" target="_blank" rel="noopener">novo modelo tributário brasileiro</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança faz parte do período de transição para a adoção da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), previstos pela Emenda Constitucional nº 132/2023, que instituiu a reformulação da tributação sobre o consumo no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das novas exigências operacionais, essa fase também prevê a aplicação de penalidades em caso de descumprimento das obrigações acessórias, tornando essencial que empresas revisem seus processos internos, sistemas de gestão e rotinas fiscais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda com as novas obrigações acessórias da Reforma Tributária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As obrigações acessórias correspondem ao conjunto de informações que devem ser registradas, validadas e transmitidas aos órgãos fiscais para permitir o acompanhamento e a apuração dos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a implementação gradual da Reforma Tributária, as empresas precisarão adaptar seus processos para atender às novas regras relacionadas à emissão de documentos fiscais eletrônicos, transmissão de informações e integração entre sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adequação dos sistemas de gestão empresarial e módulos fiscais;</li>



<li>Atualização de cadastros de produtos, serviços e operações;</li>



<li>Revisão das informações utilizadas para classificação fiscal e incidência tributária;</li>



<li>Integração entre plataformas internas e ambientes digitais das administrações tributárias;</li>



<li>Padronização e validação das informações fiscais transmitidas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura tributária amplia a utilização de recursos tecnológicos e mecanismos automatizados de conferência, exigindo maior consistência e qualidade dos dados utilizados pelas empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos da Reforma Tributária nos sistemas fiscais das empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A transição para o modelo baseado na CBS e no IBS representa uma mudança significativa na rotina fiscal das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de adaptação, previsto até 2033, haverá convivência entre o sistema tributário atual e o novo modelo, o que exigirá atenção redobrada aos processos de apuração, escrituração e aproveitamento de créditos tributários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, os sistemas empresariais precisarão estar preparados para lidar com diferentes regras e padrões de informação simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adequação envolve não apenas a atualização tecnológica, mas também uma revisão dos processos internos, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>análise dos fluxos fiscais existentes;</li>



<li>revisão de parametrizações dos sistemas;</li>



<li>conferência dos dados cadastrais;</li>



<li>treinamento das equipes envolvidas;</li>



<li>acompanhamento das novas regulamentações.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Governança de dados passa a ser um ponto estratégico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a Reforma Tributária, a qualidade das informações fiscais passa a ter papel ainda mais relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados incorretos ou inconsistentes podem impactar diretamente a emissão de documentos fiscais, a apuração dos tributos e o cumprimento das obrigações acessórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, empresas deverão fortalecer práticas de governança de dados fiscais, garantindo que informações relacionadas a produtos, operações, fornecedores e clientes estejam corretamente estruturadas e atualizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração entre tecnologia, processos internos e conhecimento tributário será um dos principais desafios durante a implementação do novo sistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem se preparar para a Reforma Tributária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação antecipada permite identificar impactos, reduzir riscos e organizar os ajustes necessários para a nova realidade tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas recomendadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mapear os impactos da Reforma Tributária nas operações da empresa;</li>



<li>Avaliar a adequação dos sistemas utilizados;</li>



<li>Revisar cadastros e informações fiscais;</li>



<li>Acompanhar a regulamentação da CBS e do IBS;</li>



<li>Promover integração entre as áreas fiscal, contábil, jurídica e tecnológica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma transformação estrutural no sistema de tributação brasileiro e exige planejamento para que as empresas possam realizar uma transição segura e organizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FGR Advogados acompanha os impactos jurídicos da Reforma Tributária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da Reforma Tributária envolve mudanças legislativas, operacionais e tecnológicas que demandam acompanhamento contínuo por parte das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados </a></strong>acompanha os principais desdobramentos da Reforma Tributária e seus impactos no ambiente empresarial, contribuindo para a análise dos efeitos jurídicos e tributários decorrentes das novas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recuperação judicial: indícios de fraude não encerram o processo</title>
		<link>https://fgr.adv.br/recuperacao-judicial-indicios-de-fraude-nao-encerram-o-processo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 21:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[indícios de fraude não justificam a extinção imediata da recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fgr.adv.br/?p=2307</guid>

					<description><![CDATA[A recuperação judicial é um importante instrumento para empresas que enfrentam dificuldades financeiras, permitindo a reorganização de suas atividades e a preservação da função social da empresa. Mas o que acontece quando surgem indícios de fraude durante o processo? Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reafirmou que a existência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-240x300.jpg" alt="recuperação judicial" class="wp-image-2308" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A recuperação judicial é um importante instrumento para empresas que enfrentam <a href="https://www.conjur.com.br/2026-jul-05/indicios-de-fraude-nao-autorizam-extincao-precoce-de-recuperacao-judicial/" target="_blank" rel="noopener">dificuldades financeiras</a>, permitindo a reorganização de suas atividades e a preservação da função social da empresa. Mas o que acontece quando surgem indícios de fraude durante o processo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reafirmou que <strong>a existência de suspeitas ou inconsistências documentais, por si só, não justifica a extinção imediata da recuperação judicial</strong>. O entendimento reforça que a investigação de eventuais irregularidades deve ocorrer ao longo do processo, respeitando o devido processo legal e os requisitos previstos na Lei nº 11.101/2005.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recuperação judicial &#8211; O caso analisado pelo TJ-SP</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida pela 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial ao analisar o recurso de uma empresa do setor de polímeros que teve sua recuperação judicial extinta em primeira instância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na origem, o magistrado entendeu que havia indícios de fraude e inconsistências em documentos apresentados pela empresa, como contratos de trabalho sem registro formal, além de outros elementos que levantaram dúvidas sobre a regularidade do pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesses fatos, o processo foi extinto sem resolução do mérito, o deferimento da recuperação judicial foi revogado e a empresa ainda foi condenada ao pagamento de multa por litigância de má-fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformada, a empresa recorreu, sustentando que já havia demonstrado o cumprimento dos requisitos exigidos pelos artigos 48 e 51 da Lei nº 11.101/2005 e que eventuais falhas documentais poderiam ser esclarecidas ou complementadas durante o andamento da recuperação judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu o Tribunal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reformar a sentença, o TJ-SP destacou que a fase inicial da recuperação judicial deve estar voltada à análise dos requisitos legais para o processamento do pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, desembargador Maurício Pessoa, <strong>a existência de indícios de fraude não impede o prosseguimento da recuperação judicial</strong>, especialmente porque o próprio processo oferece mecanismos para apurar possíveis irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que suspeitas de fraude não afastam automaticamente a possibilidade de recuperação da empresa. Pelo contrário, o andamento do processo permite que o administrador judicial exerça sua função fiscalizatória, reúna informações e comunique ao Judiciário eventuais ilícitos praticados por sócios, administradores ou terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso sejam comprovadas irregularidades, os responsáveis poderão responder nas esferas cível, administrativa e criminal, sem prejuízo das medidas cabíveis no próprio processo recuperacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preservação da empresa e combate às fraudes podem coexistir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão reforça um aspecto importante da Lei de Recuperação e Falências: preservar empresas economicamente viáveis não significa tolerar fraudes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento do TJ-SP demonstra que é possível conciliar dois objetivos igualmente relevantes: garantir que empresas em dificuldades tenham oportunidade de se reestruturar e, ao mesmo tempo, assegurar a investigação e a responsabilização de quem eventualmente tenha praticado atos ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse posicionamento fortalece a segurança jurídica e evita que uma empresa tenha seu processo encerrado antes da adequada apuração dos fatos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Multa por litigância de má-fé foi afastada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal também afastou a multa aplicada à empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os desembargadores, não ficou comprovada a intenção de utilizar o processo de forma abusiva ou fraudulenta. Embora a documentação apresentada pudesse exigir complementações e esclarecimentos, não havia elementos suficientes para caracterizar litigância de má-fé.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os impactos dessa decisão?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do TJ-SP traz maior previsibilidade para empresas que recorrem à recuperação judicial e para os credores envolvidos no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais reflexos do entendimento, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o reforço de que a recuperação judicial deve observar os requisitos previstos na Lei nº 11.101/2005;</li>



<li>a confirmação de que suspeitas de fraude exigem investigação, e não o encerramento automático do processo;</li>



<li>a valorização do papel do administrador judicial na fiscalização das atividades da empresa;</li>



<li>o fortalecimento da segurança jurídica nas relações empresariais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o precedente seja do Tribunal de Justiça de São Paulo, ele acompanha uma interpretação que prestigia os princípios da preservação da empresa, do devido processo legal e da efetividade da recuperação judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da orientação jurídica especializada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recuperação judicial envolve decisões estratégicas que impactam diretamente a continuidade das atividades empresariais, a negociação com credores e a proteção do patrimônio da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do cumprimento rigoroso dos requisitos legais, é fundamental acompanhar a evolução da jurisprudência, especialmente diante das constantes interpretações dos tribunais sobre a Lei nº 11.101/2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados</a></strong> atua na assessoria de empresas em questões relacionadas ao Direito Empresarial, Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial, acompanhando as mudanças legislativas e os principais precedentes dos tribunais para oferecer soluções jurídicas seguras e estratégicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária e Agronegócio: a importância do planejamento tributário para proteção da rentabilidade no setor rural</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-e-agronegocio-a-importancia-do-planejamento-tributario-para-protecao-da-rentabilidade-no-setor-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária no agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributário e o agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão futura para se tornar uma realidade que impactará diretamente toda a cadeia do agronegócio. Produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, cerealistas, tradings, revendas de insumos e empresas do setor precisarão adaptar suas operações às novas regras de tributação sobre o consumo. Com a criação do Imposto sobre Bens e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-240x300.jpg" alt="Reforma Tributária e Agronegócio" class="wp-image-2299" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão futura para se tornar uma realidade que impactará diretamente toda a cadeia do <strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog">agronegócio.</a></strong> Produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, cerealistas, tradings, revendas de insumos e empresas do setor precisarão adaptar suas operações às novas regras de tributação sobre o consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), surgem novos desafios relacionados à apuração tributária, formação de preços, aproveitamento de créditos e organização das atividades empresariais. Nesse cenário, o planejamento tributário assume papel fundamental para auxiliar na adaptação às mudanças e na preservação da competitividade das operações rurais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais impactos da Reforma Tributária para o agronegócio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A substituição gradual dos tributos atualmente incidentes sobre o consumo exigirá das empresas rurais uma revisão abrangente de seus processos fiscais e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reavaliação da formação de preços e margens de rentabilidade;</li>



<li>Gestão estratégica dos créditos tributários;</li>



<li>Adequação da documentação fiscal e dos sistemas de controle;</li>



<li>Revisão de contratos comerciais e rurais;</li>



<li>Análise dos regimes tributários mais adequados para cada atividade;</li>



<li>Planejamento patrimonial e sucessório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A correta estruturação desses aspectos poderá influenciar diretamente a eficiência fiscal e a segurança jurídica dos negócios rurais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Créditos tributários ganham relevância estratégica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pilares do novo sistema tributário será a não cumulatividade, tornando a gestão dos créditos fiscais um fator decisivo para a competitividade das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insumos agrícolas, fretes, armazenagem, energia elétrica, embalagens, serviços especializados, manutenção de máquinas e outras despesas operacionais deverão ser analisados com atenção para identificação das hipóteses de creditamento previstas na legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, operações realizadas com produtores rurais não contribuintes poderão demandar avaliações específicas quanto à possibilidade de aproveitamento de créditos presumidos, tema que merece acompanhamento técnico durante a regulamentação da reforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento tributário como ferramenta de gestão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento tributário consiste na análise preventiva da estrutura fiscal da atividade econômica, buscando identificar oportunidades de eficiência dentro dos limites legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No agronegócio, essa análise pode envolver:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comparação entre a atuação como produtor rural pessoa física e pessoa jurídica;</li>



<li>Avaliação dos regimes de tributação aplicáveis;</li>



<li>Revisão da estrutura societária;</li>



<li>Organização da documentação fiscal;</li>



<li>Mapeamento dos créditos tributários;</li>



<li>Revisão de contratos de parceria, integração e arrendamento rural.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que passaram por expansão de faturamento, exportação, industrialização ou diversificação de atividades podem se beneficiar de uma reavaliação periódica de sua estrutura tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contratos e estrutura societária também merecem atenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não impactará apenas a apuração dos tributos. A forma como as operações são estruturadas também poderá influenciar a carga tributária incidente e o aproveitamento de créditos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, é recomendável revisar contratos de parceria agrícola, arrendamento, integração, fornecimento e prestação de serviços, garantindo que a formalização jurídica reflita adequadamente a realidade econômica das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, a segregação entre atividades rurais, comerciais, industriais e patrimoniais pode contribuir para uma gestão mais eficiente dos riscos tributários e operacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento patrimonial e sucessão no meio rural</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema que merece destaque é a organização patrimonial das famílias produtoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização de estruturas societárias adequadas, como holdings rurais, pode contribuir para o planejamento sucessório, a governança familiar e a organização dos ativos rurais. Contudo, cada situação deve ser analisada individualmente, considerando os impactos tributários, societários e patrimoniais envolvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preparação antecipada é essencial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da Reforma Tributária ocorrerá de forma gradual ao longo dos próximos anos. Por isso, o período de transição representa uma oportunidade para que produtores e empresas rurais realizem diagnósticos preventivos, revisem procedimentos internos e promovam ajustes necessários para adaptação ao novo modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise antecipada permite identificar riscos, oportunidades de melhoria e possíveis impactos financeiros antes que as mudanças estejam plenamente em vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma transformação significativa para o agronegócio brasileiro. Mais do que uma alteração legislativa, trata-se de uma mudança que exigirá maior controle fiscal, organização documental, tecnologia e planejamento estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o acompanhamento jurídico e tributário especializado pode auxiliar produtores rurais e empresas do setor na compreensão dos impactos da nova legislação, na revisão de suas estruturas operacionais e na construção de estratégias alinhadas às particularidades de cada atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação antecipada tende a proporcionar maior segurança jurídica, previsibilidade e eficiência na gestão dos negócios rurais durante o período de transição para o novo sistema tributário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com nosso escritório</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados atua de forma estratégica e personalizada na assessoria jurídica de produtores rurais, empresas do agronegócio, cooperativas e demais agentes da cadeia produtiva. Com experiência nas áreas tributária, empresarial e patrimonial, o escritório acompanha as constantes mudanças legislativas e regulatórias que impactam o setor, oferecendo suporte jurídico voltado à segurança das operações, à gestão de riscos e ao planejamento de longo prazo. Em um cenário de transformações relevantes, como a <strong><a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/76981/reforma-tributaria-como-o-agronegocio-pode-pagar-menos-impostos/" target="_blank" rel="noopener">Reforma Tributária</a></strong>, a atuação preventiva e especializada torna-se fundamental para auxiliar empresas e produtores na tomada de decisões seguras e alinhadas aos seus objetivos de crescimento e sustentabilidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária e o impacto no fluxo de caixa das empresas</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-e-o-impacto-no-fluxo-de-caixa-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia tributária]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[CBS e IBS]]></category>
		<category><![CDATA[créditos tributários]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário Empresarial.]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária e as empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária e o impacto no fluxo de caixa das empresas]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
		<category><![CDATA[transição tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária já começou a produzir efeitos concretos na operação das empresas brasileiras. Com a implementação gradual da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), além de mecanismos como o split payment, o novo modelo tributário altera não apenas a forma de apuração dos tributos, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-240x300.jpg" alt="Reforma tributária e as empresas" class="wp-image-2288" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária já começou a produzir <a href="https://www.jota.info/coberturas-especiais/pulso-da-reforma/reforma-tributaria-e-o-novo-desafio-de-fluxo-de-caixa-das-empresas" target="_blank" rel="noopener">efeitos concretos na operação das empresas brasileiras</a>. Com a implementação gradual da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), além de mecanismos como o split payment, o novo modelo tributário altera não apenas a forma de apuração dos tributos, mas também a dinâmica financeira dos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse novo cenário, o principal impacto não está apenas relacionado ao valor dos tributos pagos, mas ao momento em que esses pagamentos passam a ocorrer. A mudança reduz o intervalo historicamente existente entre faturamento, recebimento e recolhimento de impostos — espaço que, até então, permitia maior flexibilidade na gestão do fluxo de caixa empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Split payment e pressão sobre o capital de giro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos de maior atenção da Reforma Tributária é o chamado split payment. O mecanismo prevê que o recolhimento dos tributos aconteça automaticamente no momento da transação financeira, antecipando o desembolso tributário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, empresas que operam com vendas a prazo, contratos de longo ciclo financeiro ou margens mais ajustadas podem enfrentar um descompasso entre o pagamento dos tributos e o efetivo recebimento da receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário gera impactos diretos sobre o capital de giro e pode exigir maior necessidade de financiamento operacional para manutenção das atividades empresariais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Créditos tributários e desafios operacionais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o novo sistema amplie a lógica da não cumulatividade tributária, a utilização dos créditos fiscais pode ocorrer em momentos distintos do recolhimento dos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa assimetria temporal pode criar períodos de pressão financeira, especialmente durante o período de transição entre os regimes tributários, previsto até 2033.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a convivência simultânea entre sistemas aumenta a complexidade operacional e amplia riscos relacionados a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>erros de apuração tributária;</li>



<li>inconsistências cadastrais;</li>



<li>falhas sistêmicas;</li>



<li>aproveitamento inadequado de créditos fiscais.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Empresas ainda não estão preparadas para a Reforma Tributária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamentos recentes apontam que grande parte das empresas brasileiras ainda não possui um plano estruturado de adaptação à Reforma Tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de planejamento pode gerar impactos relevantes sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>liquidez empresarial;</li>



<li>previsibilidade financeira;</li>



<li>competitividade;</li>



<li>custos operacionais;</li>



<li>gestão contratual e comercial.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, empresas que iniciarem desde já a revisão de seus processos fiscais, financeiros e tecnológicos tendem a atravessar esse período de transição com maior segurança e estabilidade operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração entre áreas e uso de tecnologia serão fundamentais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária também exige maior integração entre os setores fiscal, financeiro, contábil, jurídico, logística e tecnologia da informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, ferramentas de automação, inteligência artificial e monitoramento em tempo real passam a desempenhar papel estratégico para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>controle de operações;</li>



<li>gestão de créditos tributários;</li>



<li>prevenção de inconsistências;</li>



<li>simulação de cenários financeiros;</li>



<li>previsibilidade de fluxo de caixa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma adequação fiscal, o novo sistema exige uma revisão completa da estratégia financeira das empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento tributário e gestão financeira estratégica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma mudança estrutural no ambiente de negócios brasileiro. Embora o novo modelo prometa simplificação no longo prazo, o período de transição exigirá das empresas maior capacidade de adaptação, planejamento e controle financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratarem a gestão de caixa como decisão estratégica — e não apenas operacional — terão melhores condições de preservar liquidez, competitividade e segurança jurídica diante das novas exigências regulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="http://www.fgr.adv.br/blog">FGR Advogados </a></strong>acompanha de perto os impactos jurídicos e empresariais da Reforma Tributária, oferecendo assessoria estratégica para adaptação regulatória, revisão de estruturas operacionais e mitigação de riscos fiscais e financeiros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Defesa em Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para Servidores Públicos</title>
		<link>https://fgr.adv.br/defesa-em-processo-administrativo-disciplinar-pad-para-servidores-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 17:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Administrativo Disciplinar]]></category>
		<category><![CDATA[servidores públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma recente decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) reforça a importância do respeito às garantias legais em Processos Administrativos Disciplinares (PAD). A 7ª Câmara Cível concedeu parcial provimento a recurso para suspender os efeitos da prorrogação de uma suspensão preventiva aplicada a um servidor municipal, determinando seu retorno às funções, com restabelecimento da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-4-240x300.jpg" alt="Processo Administrativo Disciplinar" class="wp-image-2281" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-4-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-4-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-4-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-4.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Uma recente decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) reforça a importância do respeito às garantias legais em Processos Administrativos Disciplinares (PAD).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 7ª Câmara Cível concedeu parcial provimento a recurso para suspender os efeitos da prorrogação de uma suspensão preventiva aplicada a um servidor municipal, determinando seu retorno às funções, com restabelecimento da remuneração até nova deliberação administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, foram apontados indícios de irregularidades no procedimento, especialmente quanto à possível incompetência da autoridade responsável pela prorrogação da suspensão e ao cerceamento de defesa, diante da ausência de análise de pedido de prova testemunhal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar a matéria, o colegiado entendeu que há plausibilidade nas alegações de vícios no PAD, o que justifica a intervenção para assegurar a legalidade dos atos. Por outro lado, o Tribunal manteve o andamento do processo administrativo, destacando que o controle judicial deve se limitar à legalidade, sem interferência no mérito, salvo em situações de ilegalidade manifesta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão também determinou que a Administração Pública analise de forma fundamentada o pedido de produção de prova testemunhal, garantindo o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da legalidade no PAD</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso evidencia que, embora a Administração tenha autonomia para conduzir seus processos disciplinares, é indispensável observar rigorosamente os requisitos legais e constitucionais. Falhas como vício de competência, ausência de fundamentação ou restrições indevidas à defesa podem comprometer a validade dos atos praticados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atuação do FGR Advogados no PAD</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O FGR Advogados atua na defesa de servidores públicos em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), oferecendo acompanhamento técnico em todas as fases do procedimento. Nosso trabalho é voltado à análise da legalidade dos atos administrativos, com atenção especial à competência da autoridade, ao respeito ao contraditório e à ampla defesa, bem como à correta produção de provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o PAD pode apresentar falhas formais ou procedimentais — como instauração ou prorrogação por autoridade incompetente, ausência de fundamentação adequada, restrição indevida à produção de provas ou violações ao direito de defesa. Nessas situações, é possível adotar medidas administrativas e judiciais para correção de ilegalidades, suspensão de penalidades e restabelecimento de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório atua de forma estratégica tanto na esfera administrativa quanto judicial, elaborando defesas, recursos e medidas urgentes quando necessário. Também prestamos orientação preventiva, auxiliando servidores e órgãos públicos na condução adequada de processos disciplinares, reduzindo riscos de nulidades.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova lei regulamenta a guarda compartilhada de pets em casos de separação</title>
		<link>https://fgr.adv.br/nova-lei-regulamenta-a-guarda-compartilhada-de-pets-em-casos-de-separacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[guarda compartilhada de pets]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi sancionada recentemente Lei nº 15.392 que estabelece critérios para a guarda de animais de estimação em casos de divórcio ou dissolução de união estável, especialmente quando não há acordo entre as partes. A norma busca trazer maior segurança jurídica a uma situação cada vez mais comum, reconhecendo a relevância dos vínculos afetivos entre tutores e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/04/FGR-2025-feed-4-1-240x300.jpg" alt="guarda compartilhada de pets" class="wp-image-2274" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/04/FGR-2025-feed-4-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/04/FGR-2025-feed-4-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/04/FGR-2025-feed-4-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/04/FGR-2025-feed-4-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Foi sancionada recentemente <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.392-de-16-de-abril-de-2026-700224189" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lei nº 15.392</strong></a> que estabelece critérios para a guarda de animais de estimação em casos de divórcio ou dissolução de união estável, especialmente quando não há acordo entre as partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma busca trazer maior segurança jurídica a uma situação cada vez mais comum, reconhecendo a relevância dos vínculos afetivos entre tutores e seus animais, ao mesmo tempo em que estabelece parâmetros objetivos para a solução de conflitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Guarda compartilhada de pets como regra</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a nova legislação, a guarda compartilhada do animal passa a ser a regra nos casos em que não houver consenso entre os ex-companheiros. Caberá ao Poder Judiciário definir a forma de convivência, sempre considerando o bem-estar do pet como elemento central da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os critérios a serem analisados, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>as condições de moradia de cada parte</li>



<li>a capacidade de cuidado</li>



<li>a disponibilidade de tempo</li>



<li>o histórico de convivência com o animal</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A lei também considera que o animal que tenha vivido a maior parte de sua vida durante a relação pode ser tratado como bem comum do casal para fins de definição da guarda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divisão de despesas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação estabelece regras específicas para a divisão dos custos relacionados ao animal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>despesas cotidianas, como alimentação e higiene, ficam sob responsabilidade de quem estiver com o pet no período</li>



<li>gastos extraordinários, como consultas veterinárias, internações e medicamentos, devem ser divididos de forma equilibrada entre as partes</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Exceções e perda da guarda</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A guarda compartilhada não será aplicada em situações que envolvam violência doméstica, familiar ou maus-tratos contra o animal. Nesses casos, a legislação prevê a perda da posse e da propriedade do pet por parte do agressor, sem direito à indenização, além da possibilidade de responsabilização nas esferas cabíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o descumprimento reiterado das regras estabelecidas judicialmente pode resultar na perda definitiva da guarda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante é que a parte que optar por abrir mão da guarda também perde a posse e a propriedade do animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança jurídica e foco no bem-estar animal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lei representa um avanço ao estabelecer diretrizes claras para a resolução de conflitos envolvendo animais de estimação, priorizando o bem-estar do pet e promovendo uma divisão mais equilibrada de responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao trazer critérios objetivos, a legislação contribui para decisões mais justas e alinhadas à realidade social contemporânea, na qual os animais ocupam papel cada vez mais relevante no núcleo familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">FGR Advogados</a></strong> atua de forma estratégica e personalizada na assessoria jurídica em Direito de Família e áreas correlatas, oferecendo suporte técnico qualificado tanto na prevenção quanto na resolução de conflitos. Com foco em soluções seguras e alinhadas à legislação vigente, o escritório preza pela atuação ética, transparente e orientada às necessidades de cada cliente, sempre buscando caminhos jurídicos adequados e sustentáveis para cada situação.</p>
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