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	<title>falência por dívida fiscal &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>falência por dívida fiscal &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Devedor contumaz: nova lei restringe recuperação judicial e transação tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[advogado empresarial em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Devedor contumaz]]></category>
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					<description><![CDATA[A publicação da Lei Complementar nº 225/2026, que instituiu o Código de Defesa do Contribuinte, trouxe mudanças relevantes no tratamento dos chamados devedores contumazes e acendeu importante debate jurídico no país. A norma estabelece restrições significativas a contribuintes enquadrados nessa condição, com impactos diretos nas estratégias de regularização fiscal, reestruturação empresarial e recuperação judicial. O [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/02/FGR-2025-feed-1-1-240x300.jpg" alt="Devedor contumaz" class="wp-image-2243" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/02/FGR-2025-feed-1-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/02/FGR-2025-feed-1-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/02/FGR-2025-feed-1-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/02/FGR-2025-feed-1-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">A publicação da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp225.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei Complementar nº 225/2026</a>, que instituiu o Código de Defesa do Contribuinte, trouxe mudanças relevantes no tratamento dos chamados devedores contumazes e acendeu importante debate jurídico no país. A norma estabelece restrições significativas a contribuintes enquadrados nessa condição, com impactos diretos nas estratégias de regularização fiscal, reestruturação empresarial e recuperação judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda com a Lei Complementar nº 225/2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo regramento, o contribuinte classificado como devedor contumaz fica impedido de requerer recuperação judicial e de celebrar transações tributárias com a União — instrumentos que, até então, eram amplamente utilizados para o equacionamento de passivos fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a legislação passa a admitir o pedido de falência pela Fazenda Pública em hipóteses mais amplas, movimento que dialoga com a evolução recente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Federal ainda deverá regulamentar os procedimentos operacionais da LC nº 225/2026. A expectativa é que o órgão passe a notificar empresas potencialmente enquadráveis como devedoras contumazes, assegurando prazo de até 30 dias para apresentação de defesa e recurso administrativo. Após a análise, a lista definitiva deverá ser tornada pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode ser considerado devedor contumaz</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a nova lei, será considerado devedor contumaz o contribuinte que apresentar inadimplência substancial, reiterada e injustificada. Entre os critérios objetivos previstos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>débitos federais superiores a R$ 15 milhões;</li>



<li>dívida equivalente a mais de 100% do patrimônio;</li>



<li>inadimplência por quatro períodos de apuração consecutivos ou seis alternados dentro de doze meses.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A caracterização também depende da ausência de justificativa econômica plausível para o inadimplemento, o que deve ser analisado caso a caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possível janela de regularização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas apontam que, até a notificação formal e a classificação definitiva, pode existir uma janela de oportunidade para que empresas avaliem medidas de regularização fiscal, negociação com o Fisco ou reestruturação do passivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse período pode ser estratégico para revisão de contingências tributárias e definição de medidas preventivas, especialmente para empresas com passivo relevante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Debates jurídicos e questionamentos constitucionais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova disciplina já vem sendo objeto de críticas no meio jurídico. Entre os principais pontos de debate estão possíveis tensões com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o princípio da preservação da empresa;</li>



<li>o acesso à Justiça;</li>



<li>o contraditório e a ampla defesa;</li>



<li>a isonomia entre contribuintes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Há discussões em curso sobre a constitucionalidade de dispositivos da LC nº 225/2026, e entidades do setor acompanham o tema com atenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos práticos para as empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista prático, o novo cenário reforça a importância de uma análise jurídica preventiva e estratégica para empresas com passivo tributário relevante, especialmente diante do aumento do rigor regulatório e dos potenciais reflexos em processos de insolvência e reestruturação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="http://www.fgr.adv.br"> FGR Advogados</a></strong> acompanha de perto a evolução normativa e jurisprudencial sobre o tema e permanece à disposição para esclarecimentos institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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