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	<title>FGR Advogados &#8211; FGR Advogados</title>
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	<description>Segurança, qualidade e resultados</description>
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	<title>FGR Advogados &#8211; FGR Advogados</title>
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	<item>
		<title>Reforma no imóvel dos pais: o que acontece com o dinheiro investido no inventário?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[herança]]></category>
		<category><![CDATA[inventário]]></category>
		<category><![CDATA[partilha de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[Investir dinheiro na reforma do imóvel dos pais é uma situação bastante comum em muitas famílias. Mas o que acontece quando, anos depois, os pais falecem e é aberto o inventário? Uma dúvida que pode surgir é: o filho que pagou pela reforma pode ser ressarcido ou ter o valor investido considerado na partilha da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-13-1-240x300.jpg" alt="Inventário e família" class="wp-image-2343" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-13-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-13-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-13-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-13-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Investir dinheiro na reforma do imóvel dos pais é uma situação bastante comum em muitas famílias. Mas o que acontece quando, anos depois, os pais falecem e é aberto o <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/reforma-no-imovel-dos-pais-inventario-heranca-partilha/" target="_blank" rel="noopener">inventário</a>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dúvida que pode surgir é: o filho que pagou pela reforma pode ser ressarcido ou ter o valor investido considerado na partilha da herança?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende das circunstâncias de cada caso e, principalmente, da possibilidade de comprovar os gastos e a natureza das benfeitorias realizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filha investe R$ 180 mil na reforma do imóvel dos pais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine uma situação fictícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clarice percebeu que o apartamento dos pais estava antigo e precisava de melhorias. Como eles já eram idosos, decidiu assumir os custos de uma reforma, incluindo adaptações para melhorar a acessibilidade, modernização hidráulica e outras obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram investidos R$ 180 mil, pagos com recursos próprios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, não houve preocupação em formalizar a situação. Alguns pagamentos foram feitos diretamente aos prestadores de serviço e muitos comprovantes não foram guardados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, os pais faleceram e foi iniciado o inventário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imóvel, que havia passado por uma ampla reforma e estava mais valorizado, passou a integrar o patrimônio deixado pelos pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi então que surgiu o conflito: como considerar os valores que Clarice havia investido no imóvel?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O investimento na reforma entra automaticamente na herança?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é possível afirmar que todo valor gasto por um filho na reforma do imóvel dos pais será automaticamente descontado da herança ou devolvido antes da partilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise depende de diversos elementos, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quem era o proprietário do imóvel;</li>



<li>quem realizou e custeou as obras;</li>



<li>qual era a natureza das benfeitorias;</li>



<li>se existia autorização ou acordo entre os envolvidos;</li>



<li>se havia expectativa de ressarcimento;</li>



<li>quais documentos comprovam os gastos;</li>



<li>e qual era a relação jurídica existente entre o familiar e o imóvel.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Código Civil, em determinadas situações, assegura ao possuidor de boa-fé direito à indenização pelas benfeitorias necessárias e úteis, conforme previsto no artigo 1.219.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a situação não deve ser analisada apenas pelo fato de o imóvel ter sido valorizado com a reforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que guardar os comprovantes da reforma é tão importante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine investir dezenas ou centenas de milhares de reais em um imóvel e, anos depois, não ter documentos suficientes para demonstrar quanto foi gasto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse momento que a documentação pode fazer diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Notas fiscais, contratos, comprovantes bancários, recibos, orçamentos, fotografias e documentos relacionados à obra podem ajudar a demonstrar a existência, a extensão e o valor do investimento realizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto maior o investimento, maior deve ser o cuidado com a formalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E se a reforma foi feita apenas por carinho ou ajuda aos pais?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma questão importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo investimento feito por um filho representa, necessariamente, um crédito a ser cobrado posteriormente dos pais ou dos demais herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitas famílias, filhos ajudam os pais por solidariedade, sem qualquer expectativa de reembolso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras situações, porém, existe um investimento relevante, realizado com a expectativa de que aquele valor seja posteriormente ressarcido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, as circunstâncias em que o dinheiro foi empregado são fundamentais para a análise jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não basta apenas dizer: “eu paguei pela reforma”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário avaliar o contexto e, sempre que possível, apresentar documentos que ajudem a demonstrar o que efetivamente aconteceu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer antes de investir em um imóvel que pertence aos pais?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o investimento é significativo, alguns cuidados podem evitar problemas futuros.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Formalize o acordo</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Se houver entendimento de que o valor investido deverá ser posteriormente ressarcido, é recomendável que isso seja formalizado por escrito.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Guarde os documentos</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Notas fiscais, recibos, contratos e comprovantes de pagamento devem ser arquivados.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Registre os serviços realizados</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Orçamentos, contratos com prestadores e documentos que indiquem quais obras foram realizadas podem ajudar a comprovar a extensão da reforma.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>Separe os pagamentos</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que possível, mantenha registros claros dos valores efetivamente destinados à obra.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li><strong>Busque orientação jurídica antes de realizar um investimento expressivo</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Cada família possui uma realidade patrimonial e sucessória diferente. Uma orientação jurídica preventiva pode ajudar a identificar a melhor forma de formalizar o investimento e reduzir o risco de conflitos no futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reforma no imóvel dos pais pode gerar discussão no inventário</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O inventário não trata apenas da divisão dos bens deixados pelos pais. Em determinadas situações, também podem surgir discussões sobre valores investidos, dívidas, benfeitorias e outros direitos relacionados ao patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma reforma realizada hoje pode gerar uma discussão patrimonial muitos anos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado não está em deixar de ajudar os pais ou deixar de melhorar o imóvel da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está em documentar adequadamente investimentos relevantes e deixar claras as condições em que foram realizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento patrimonial também envolve situações do dia a dia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Questões relacionadas à herança e ao patrimônio familiar nem sempre começam no momento da abertura do inventário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, elas surgem anos antes, quando um filho compra um imóvel para os pais, financia uma reforma, realiza melhorias em uma propriedade ou assume despesas relevantes do patrimônio familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, decisões patrimoniais importantes merecem planejamento e orientação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você pretende investir valores significativos em um imóvel que pertence aos seus pais ou a outros familiares,<strong> <a href="https://fgr.adv.br/blog/">procure orientação jurídica de sua confiança</a></strong> antes de realizar o investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento adequado pode contribuir para preservar o patrimônio e, também, evitar conflitos familiares no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Embriões congelados após o divórcio: Justiça decide que consentimento deve ser atual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Embriões congelados após o divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece com os embriões congelados após o divórcio? Uma decisão recente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) analisou justamente essa questão e reconheceu o direito de um homem de retirar seu consentimento para a utilização de embriões criopreservados durante o casamento. O caso envolvia três embriões congelados em 2021, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="Embriões congelados após o divórcio" class="wp-image-2329" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/08/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O que acontece com os embriões congelados após o divórcio? Uma decisão recente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) analisou justamente essa questão e reconheceu o direito de um homem de retirar seu consentimento para a utilização de embriões criopreservados durante o casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolvia três embriões congelados em 2021, quando o casal ainda estava junto. A fertilização in vitro foi realizada enquanto a mulher se preparava para um tratamento contra o câncer de mama, que posteriormente comprometeu sua fertilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o divórcio, em 2023, o homem manifestou que não desejava mais utilizar os embriões e pediu autorização para o descarte. A ex-esposa, por outro lado, pretendia utilizá-los, argumentando que o material representava sua última possibilidade de uma gestação biológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O consentimento para implantação pode ser retirado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao julgar o recurso, a 1ª Câmara Especial Cível do TJ-RS entendeu que sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Tribunal, o consentimento dado anteriormente não é necessariamente definitivo. A vontade relacionada à reprodução assistida deve permanecer livre, atual e inequívoca até o momento da implantação dos embriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão considerou que o planejamento familiar é baseado na autonomia da vontade e que não seria possível impor ao doador uma paternidade contra sua manifestação atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também observou que o documento assinado pelo casal junto à clínica, em 2021, não estabelecia de forma clara a irrevogabilidade do consentimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Direito à maternidade e direito à não paternidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais relevantes da decisão foi a necessidade de equilibrar os interesses das duas partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Tribunal tenha reconhecido a situação de saúde e a dificuldade enfrentada pela ex-esposa, concluiu que o desejo de maternidade biológica não poderia prevalecer sobre a autonomia e a liberdade do ex-parceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a decisão destacou que obrigar alguém a assumir uma paternidade contra sua vontade atual poderia representar violação aos direitos de liberdade e autodeterminação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu o TJ-RS?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, o colegiado reformou a decisão de primeira instância e autorizou o descarte dos três embriões criopreservados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento considerou a legislação aplicável à reprodução assistida, a Resolução CFM nº 2.320/2022 e a Lei nº 11.105/2005 (Lei de Biossegurança).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que essa decisão é relevante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso demonstra que questões relacionadas à fertilização in vitro e aos embriões congelados podem continuar produzindo efeitos jurídicos mesmo após o fim de um relacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também reforça a importância de que os termos de consentimento assinados em clínicas de reprodução assistida sejam analisados com atenção, especialmente quanto às possibilidades de utilização, doação ou descarte dos embriões em situações como divórcio ou separação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do TJ-RS trata de um caso específico e não significa que todo conflito envolvendo embriões criopreservados após o divórcio terá necessariamente o mesmo resultado. As circunstâncias do caso concreto e os documentos assinados pelas partes podem ser determinantes para a análise judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados</a></strong> atua na assessoria e consultoria jurídica em questões relacionadas ao Direito de Família e Sucessões, com atenção às particularidades de cada caso e às constantes mudanças na legislação e na jurisprudência. A atuação busca oferecer uma análise técnica e individualizada para questões que envolvem planejamento familiar, relações familiares e seus reflexos jurídicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Su">Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Su</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: o que muda para as empresas a partir de 1º de agosto?</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-o-que-muda-para-as-empresas-a-partir-de-1o-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[adequação fiscal Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária empresas]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas fiscais e Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 1º de agosto de 2026, entra em uma nova etapa a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo, com o início da exigência das obrigações acessórias relacionadas ao novo modelo tributário brasileiro. A mudança faz parte do período de transição para a adoção da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-240x300.jpg" alt="Reforma tributária 1º de agosto" class="wp-image-2318" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A partir de 1º de agosto de 2026, entra em uma nova etapa a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo, com o início da exigência das obrigações acessórias relacionadas ao <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/77891/reforma-tributaria-obrigacoes-acessorias-entram-em-vigor-dia-1o-de-agosto/" target="_blank" rel="noopener">novo modelo tributário brasileiro</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança faz parte do período de transição para a adoção da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), previstos pela Emenda Constitucional nº 132/2023, que instituiu a reformulação da tributação sobre o consumo no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das novas exigências operacionais, essa fase também prevê a aplicação de penalidades em caso de descumprimento das obrigações acessórias, tornando essencial que empresas revisem seus processos internos, sistemas de gestão e rotinas fiscais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda com as novas obrigações acessórias da Reforma Tributária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As obrigações acessórias correspondem ao conjunto de informações que devem ser registradas, validadas e transmitidas aos órgãos fiscais para permitir o acompanhamento e a apuração dos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a implementação gradual da Reforma Tributária, as empresas precisarão adaptar seus processos para atender às novas regras relacionadas à emissão de documentos fiscais eletrônicos, transmissão de informações e integração entre sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adequação dos sistemas de gestão empresarial e módulos fiscais;</li>



<li>Atualização de cadastros de produtos, serviços e operações;</li>



<li>Revisão das informações utilizadas para classificação fiscal e incidência tributária;</li>



<li>Integração entre plataformas internas e ambientes digitais das administrações tributárias;</li>



<li>Padronização e validação das informações fiscais transmitidas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura tributária amplia a utilização de recursos tecnológicos e mecanismos automatizados de conferência, exigindo maior consistência e qualidade dos dados utilizados pelas empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos da Reforma Tributária nos sistemas fiscais das empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A transição para o modelo baseado na CBS e no IBS representa uma mudança significativa na rotina fiscal das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de adaptação, previsto até 2033, haverá convivência entre o sistema tributário atual e o novo modelo, o que exigirá atenção redobrada aos processos de apuração, escrituração e aproveitamento de créditos tributários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, os sistemas empresariais precisarão estar preparados para lidar com diferentes regras e padrões de informação simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adequação envolve não apenas a atualização tecnológica, mas também uma revisão dos processos internos, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>análise dos fluxos fiscais existentes;</li>



<li>revisão de parametrizações dos sistemas;</li>



<li>conferência dos dados cadastrais;</li>



<li>treinamento das equipes envolvidas;</li>



<li>acompanhamento das novas regulamentações.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Governança de dados passa a ser um ponto estratégico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a Reforma Tributária, a qualidade das informações fiscais passa a ter papel ainda mais relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados incorretos ou inconsistentes podem impactar diretamente a emissão de documentos fiscais, a apuração dos tributos e o cumprimento das obrigações acessórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, empresas deverão fortalecer práticas de governança de dados fiscais, garantindo que informações relacionadas a produtos, operações, fornecedores e clientes estejam corretamente estruturadas e atualizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração entre tecnologia, processos internos e conhecimento tributário será um dos principais desafios durante a implementação do novo sistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem se preparar para a Reforma Tributária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação antecipada permite identificar impactos, reduzir riscos e organizar os ajustes necessários para a nova realidade tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas recomendadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mapear os impactos da Reforma Tributária nas operações da empresa;</li>



<li>Avaliar a adequação dos sistemas utilizados;</li>



<li>Revisar cadastros e informações fiscais;</li>



<li>Acompanhar a regulamentação da CBS e do IBS;</li>



<li>Promover integração entre as áreas fiscal, contábil, jurídica e tecnológica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma transformação estrutural no sistema de tributação brasileiro e exige planejamento para que as empresas possam realizar uma transição segura e organizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FGR Advogados acompanha os impactos jurídicos da Reforma Tributária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da Reforma Tributária envolve mudanças legislativas, operacionais e tecnológicas que demandam acompanhamento contínuo por parte das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados </a></strong>acompanha os principais desdobramentos da Reforma Tributária e seus impactos no ambiente empresarial, contribuindo para a análise dos efeitos jurídicos e tributários decorrentes das novas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento sucessório: a regularização de imóveis pode evitar atrasos e conflitos no inventário</title>
		<link>https://fgr.adv.br/planejamento-sucessorio-a-regularizacao-de-imoveis-pode-evitar-atrasos-e-conflitos-no-inventario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito de Familia]]></category>
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		<category><![CDATA[sucessão patrimonial]]></category>
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					<description><![CDATA[O planejamento sucessório tem ganhado cada vez mais relevância entre famílias que desejam preservar seu patrimônio e facilitar a transferência de bens às futuras gerações. Embora muitas pessoas associem esse tema apenas à elaboração de um testamento ou à definição de quem herdará determinado patrimônio, uma sucessão eficiente começa muito antes da abertura do inventário. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-1-240x300.jpg" alt="Planejamento sucessório: como evitar problemas no inventário" class="wp-image-2315" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O planejamento sucessório tem ganhado cada vez mais relevância entre famílias que desejam preservar seu patrimônio e facilitar a transferência de bens às futuras gerações. Embora muitas pessoas associem esse tema apenas à elaboração de um testamento ou à definição de quem herdará determinado patrimônio, uma sucessão eficiente começa muito antes da abertura do inventário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais fatores que podem dificultar a transferência de imóveis estão matrículas desatualizadas, construções não regularizadas, divergências cadastrais e outras pendências documentais. Essas situações podem prolongar o inventário, aumentar custos e gerar conflitos entre os herdeiros, comprometendo a efetiva transmissão do patrimônio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cresce a preocupação com o planejamento sucessório no Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A busca por <a href="https://www.agazeta.com.br/hz/cultura/planejamento-sucessorio-veja-comofacilitar-a-transferencia-de-imoveis-para-herdeiros-0626" target="_blank" rel="noopener">instrumentos de planejamento sucessório</a> vem aumentando nos últimos anos. Dados do Colégio Notarial do Brasil demonstram um crescimento no número de testamentos registrados, refletindo uma maior conscientização sobre a importância da organização patrimonial e da prevenção de conflitos familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento evidencia que o planejamento sucessório deixou de ser uma preocupação restrita a grandes patrimônios. Hoje, famílias com diferentes perfis buscam mecanismos que proporcionem maior segurança jurídica e preservem o patrimônio construído ao longo da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da regularização dos imóveis na sucessão patrimonial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, as maiores dificuldades do inventário não decorrem da divisão dos bens entre os herdeiros, mas da situação jurídica do próprio patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imóveis com documentação incompleta, ampliações não averbadas ou registros desatualizados podem exigir providências adicionais durante o processo sucessório, aumentando sua complexidade e impactando tanto os custos quanto o tempo necessário para sua conclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por essa razão, a análise preventiva da situação documental dos bens integra uma estratégia mais ampla de organização patrimonial, contribuindo para reduzir riscos e proporcionar maior segurança aos sucessores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento sucessório é uma ferramenta de proteção do patrimônio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que organizar a futura transferência de bens, o planejamento sucessório busca proteger o patrimônio familiar, reduzir a possibilidade de litígios e oferecer maior previsibilidade para todos os envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada família possui características próprias, razão pela qual a definição das estratégias deve considerar aspectos patrimoniais, societários, tributários e sucessórios, sempre observando a legislação vigente e os objetivos de cada núcleo familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um planejamento estruturado permite identificar previamente eventuais riscos, avaliar alternativas juridicamente adequadas e promover uma sucessão patrimonial mais organizada e segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a FGR Advogados pode auxiliar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog">FGR Advogados</a></strong> presta assessoria jurídica na organização de patrimônios familiares, na estruturação de estratégias sucessórias e na análise de questões envolvendo imóveis, empresas e demais ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório desenvolve soluções personalizadas, considerando as particularidades de cada família e buscando conciliar segurança jurídica, preservação patrimonial e prevenção de conflitos, sempre com uma atuação técnica, estratégica e alinhada às necessidades de cada cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antecipar o planejamento sucessório é uma decisão que contribui para proteger o patrimônio, conferir maior tranquilidade à família e reduzir os impactos que questões documentais ou jurídicas podem gerar no futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conflitos societários crescem no Brasil e reforçam a importância da prevenção jurídica nas empresas</title>
		<link>https://fgr.adv.br/conflitos-societarios-crescem-no-brasil-e-reforcam-a-importancia-da-prevencao-juridica-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de sócios]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[advogado empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos societários]]></category>
		<category><![CDATA[contrato social]]></category>
		<category><![CDATA[direito societário]]></category>
		<category><![CDATA[disputa entre sócios]]></category>
		<category><![CDATA[dissolução parcial de sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[empresas familiares]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados.]]></category>
		<category><![CDATA[governança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento societário]]></category>
		<category><![CDATA[resolução de conflitos societários]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento dos conflitos societários tem chamado a atenção de empresários e profissionais do Direito em todo o país. Dados recentes apontam crescimento das ações judiciais envolvendo disputas entre sócios, especialmente em pedidos de dissolução parcial de sociedades, exclusão de sócios, apuração de haveres, responsabilização de administradores e questionamentos sobre decisões societárias. Esse cenário demonstra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-240x300.jpg" alt="Conflitos societários" class="wp-image-2311" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-11.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O aumento dos conflitos societários tem chamado a atenção de empresários e profissionais do Direito em todo o país. Dados recentes apontam crescimento das ações judiciais envolvendo disputas entre sócios, especialmente em pedidos de dissolução parcial de sociedades, exclusão de sócios, apuração de haveres, responsabilização de administradores e questionamentos sobre <strong><a href="https://www.infomoney.com.br/business/conflitos-societarios-crescem-com-estresse-financeiro-choque-geracional-e-legislacao/" target="_blank" rel="noopener">decisões societárias.</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário demonstra que, em um ambiente econômico cada vez mais desafiador, a adoção de medidas preventivas de governança corporativa e de uma estrutura societária sólida tornou-se indispensável para a segurança e a continuidade dos negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que explica o aumento dos conflitos societários?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas apontam que diversos fatores têm contribuído para o crescimento das disputas entre sócios nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais motivos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>instabilidade econômica e aumento dos custos financeiros;</li>



<li>manutenção de taxas de juros elevadas;</li>



<li>divergências sobre investimentos, distribuição de lucros e gestão do caixa;</li>



<li>sucessão em empresas familiares;</li>



<li>entrada de novas gerações na administração dos negócios;</li>



<li>reorganizações societárias após investimentos e captação de recursos;</li>



<li>alterações na legislação societária.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação desses fatores tem tornado as relações entre sócios mais complexas, exigindo planejamento jurídico e mecanismos eficientes para a prevenção de conflitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Empresas familiares enfrentam desafios na sucessão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das empresas brasileiras foi fundada nas décadas de 1980 e 1990 e hoje atravessa processos de sucessão familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada da segunda ou terceira geração frequentemente traz diferentes perfis de gestão, expectativas e objetivos empresariais. Além disso, a divisão das participações societárias entre herdeiros pode dificultar a tomada de decisões e aumentar o risco de impasses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem regras claras de governança e instrumentos jurídicos adequados, essas divergências tendem a evoluir para disputas judiciais ou arbitrais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças na legislação também impactam as relações societárias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator relevante é a evolução da legislação empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 14.451/2022 alterou regras importantes aplicáveis às sociedades limitadas, reduzindo o quórum necessário para determinadas deliberações societárias, como alterações do contrato social, incorporações, fusões e dissoluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a mudança tenha simplificado alguns procedimentos, também ampliou a possibilidade de decisões relevantes serem aprovadas por maioria simples em determinadas situações, o que pode gerar novos pontos de tensão entre sócios majoritários e minoritários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, torna-se ainda mais importante que os contratos sociais e os acordos de sócios estejam atualizados e contemplem mecanismos capazes de minimizar futuros conflitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Arbitragem, mediação ou Poder Judiciário?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de resolução dos conflitos varia conforme o perfil da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grandes grupos empresariais frequentemente optam pela arbitragem ou pela mediação, métodos que oferecem maior especialização técnica, confidencialidade e, em muitos casos, maior celeridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já pequenas e médias empresas costumam recorrer ao Poder Judiciário, especialmente quando inexistem cláusulas compromissórias prevendo meios alternativos de resolução de conflitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente da via escolhida, a experiência demonstra que prevenir continua sendo muito mais eficiente do que solucionar uma disputa já instalada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir os riscos de conflitos entre sócios?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa estrutura jurídica pode evitar inúmeros problemas ao longo da vida da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais medidas preventivas destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>elaboração de contrato social adequado à realidade do negócio;</li>



<li>celebração de acordo de sócios ou acordo de acionistas;</li>



<li>definição clara das regras de administração e tomada de decisões;</li>



<li>políticas de governança corporativa;</li>



<li>planejamento sucessório empresarial;</li>



<li>mecanismos para resolução de impasses;</li>



<li>regras sobre entrada e saída de sócios;</li>



<li>critérios objetivos para avaliação de participações societárias.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ferramentas proporcionam maior previsibilidade às relações societárias, reduzem riscos e contribuem para a estabilidade do empreendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A atuação jurídica preventiva fortalece a empresa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conflitos societários costumam gerar impactos que vão além das partes envolvidas. Muitas vezes comprometem a continuidade das atividades, afetam investimentos, dificultam o acesso ao crédito e prejudicam o relacionamento com clientes, fornecedores e colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a advocacia empresarial exerce papel fundamental não apenas na condução de litígios, mas principalmente na estruturação de modelos societários seguros, capazes de prevenir disputas e preservar o valor da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">FGR Advogados,</a></strong> atuamos de forma estratégica na assessoria jurídica empresarial, auxiliando empresas de diferentes segmentos na elaboração de contratos societários, acordos de sócios, planejamento sucessório, governança corporativa e resolução de conflitos. A atuação preventiva oferece maior segurança jurídica, fortalece a gestão e contribui para o crescimento sustentável dos negócios.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recuperação judicial: indícios de fraude não encerram o processo</title>
		<link>https://fgr.adv.br/recuperacao-judicial-indicios-de-fraude-nao-encerram-o-processo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 21:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[indícios de fraude não justificam a extinção imediata da recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[A recuperação judicial é um importante instrumento para empresas que enfrentam dificuldades financeiras, permitindo a reorganização de suas atividades e a preservação da função social da empresa. Mas o que acontece quando surgem indícios de fraude durante o processo? Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reafirmou que a existência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-240x300.jpg" alt="recuperação judicial" class="wp-image-2308" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/07/FGR-2025-feed-10.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A recuperação judicial é um importante instrumento para empresas que enfrentam <a href="https://www.conjur.com.br/2026-jul-05/indicios-de-fraude-nao-autorizam-extincao-precoce-de-recuperacao-judicial/" target="_blank" rel="noopener">dificuldades financeiras</a>, permitindo a reorganização de suas atividades e a preservação da função social da empresa. Mas o que acontece quando surgem indícios de fraude durante o processo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reafirmou que <strong>a existência de suspeitas ou inconsistências documentais, por si só, não justifica a extinção imediata da recuperação judicial</strong>. O entendimento reforça que a investigação de eventuais irregularidades deve ocorrer ao longo do processo, respeitando o devido processo legal e os requisitos previstos na Lei nº 11.101/2005.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recuperação judicial &#8211; O caso analisado pelo TJ-SP</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida pela 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial ao analisar o recurso de uma empresa do setor de polímeros que teve sua recuperação judicial extinta em primeira instância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na origem, o magistrado entendeu que havia indícios de fraude e inconsistências em documentos apresentados pela empresa, como contratos de trabalho sem registro formal, além de outros elementos que levantaram dúvidas sobre a regularidade do pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesses fatos, o processo foi extinto sem resolução do mérito, o deferimento da recuperação judicial foi revogado e a empresa ainda foi condenada ao pagamento de multa por litigância de má-fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformada, a empresa recorreu, sustentando que já havia demonstrado o cumprimento dos requisitos exigidos pelos artigos 48 e 51 da Lei nº 11.101/2005 e que eventuais falhas documentais poderiam ser esclarecidas ou complementadas durante o andamento da recuperação judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu o Tribunal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reformar a sentença, o TJ-SP destacou que a fase inicial da recuperação judicial deve estar voltada à análise dos requisitos legais para o processamento do pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, desembargador Maurício Pessoa, <strong>a existência de indícios de fraude não impede o prosseguimento da recuperação judicial</strong>, especialmente porque o próprio processo oferece mecanismos para apurar possíveis irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que suspeitas de fraude não afastam automaticamente a possibilidade de recuperação da empresa. Pelo contrário, o andamento do processo permite que o administrador judicial exerça sua função fiscalizatória, reúna informações e comunique ao Judiciário eventuais ilícitos praticados por sócios, administradores ou terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso sejam comprovadas irregularidades, os responsáveis poderão responder nas esferas cível, administrativa e criminal, sem prejuízo das medidas cabíveis no próprio processo recuperacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preservação da empresa e combate às fraudes podem coexistir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão reforça um aspecto importante da Lei de Recuperação e Falências: preservar empresas economicamente viáveis não significa tolerar fraudes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento do TJ-SP demonstra que é possível conciliar dois objetivos igualmente relevantes: garantir que empresas em dificuldades tenham oportunidade de se reestruturar e, ao mesmo tempo, assegurar a investigação e a responsabilização de quem eventualmente tenha praticado atos ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse posicionamento fortalece a segurança jurídica e evita que uma empresa tenha seu processo encerrado antes da adequada apuração dos fatos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Multa por litigância de má-fé foi afastada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal também afastou a multa aplicada à empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os desembargadores, não ficou comprovada a intenção de utilizar o processo de forma abusiva ou fraudulenta. Embora a documentação apresentada pudesse exigir complementações e esclarecimentos, não havia elementos suficientes para caracterizar litigância de má-fé.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os impactos dessa decisão?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do TJ-SP traz maior previsibilidade para empresas que recorrem à recuperação judicial e para os credores envolvidos no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais reflexos do entendimento, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o reforço de que a recuperação judicial deve observar os requisitos previstos na Lei nº 11.101/2005;</li>



<li>a confirmação de que suspeitas de fraude exigem investigação, e não o encerramento automático do processo;</li>



<li>a valorização do papel do administrador judicial na fiscalização das atividades da empresa;</li>



<li>o fortalecimento da segurança jurídica nas relações empresariais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o precedente seja do Tribunal de Justiça de São Paulo, ele acompanha uma interpretação que prestigia os princípios da preservação da empresa, do devido processo legal e da efetividade da recuperação judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da orientação jurídica especializada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recuperação judicial envolve decisões estratégicas que impactam diretamente a continuidade das atividades empresariais, a negociação com credores e a proteção do patrimônio da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do cumprimento rigoroso dos requisitos legais, é fundamental acompanhar a evolução da jurisprudência, especialmente diante das constantes interpretações dos tribunais sobre a Lei nº 11.101/2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados</a></strong> atua na assessoria de empresas em questões relacionadas ao Direito Empresarial, Recuperação Judicial e Reestruturação Empresarial, acompanhando as mudanças legislativas e os principais precedentes dos tribunais para oferecer soluções jurídicas seguras e estratégicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Planejamento sucessório: Ter patrimônio não garante, por si só, a segurança financeira dos herdeiros</title>
		<link>https://fgr.adv.br/planejamento-sucessorio-ter-patrimonio-nao-garante-por-si-so-a-seguranca-financeira-dos-herdeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia em Brasília especializado em direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[herança]]></category>
		<category><![CDATA[herdeiros]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório]]></category>
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					<description><![CDATA[Construir um patrimônio ao longo da vida representa o resultado de anos de dedicação, investimentos e planejamento. No entanto, a existência de imóveis, empresas, aplicações financeiras e outros bens não garante, por si só, a segurança financeira dos herdeiros após o falecimento de um familiar. Sem um planejamento sucessório estruturado, é comum que a família [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-1-240x300.jpg" alt="PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO" class="wp-image-2303" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Construir um patrimônio ao longo da vida representa o resultado de anos de dedicação,<strong><a href="https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planejamento-sucessorio-seguranca-financeira-herdeiros/" target="_blank" rel="noopener"> investimentos e planejamento. </a></strong>No entanto, a existência de imóveis, empresas, aplicações financeiras e outros bens não garante, por si só, a segurança financeira dos herdeiros após o falecimento de um familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem um planejamento sucessório estruturado, é comum que a família enfrente, além do momento de luto, desafios relacionados à administração do patrimônio, à abertura do inventário, ao pagamento de tributos e à manutenção das despesas do dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece quando não há planejamento sucessório?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de um planejamento sucessório pode gerar impactos patrimoniais e financeiros significativos. Enquanto o inventário é realizado, despesas como condomínio, financiamentos, mensalidades escolares, plano de saúde, tributos e custos relacionados ao próprio procedimento sucessório continuam existindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a necessidade imediata de recursos pode levar à venda de bens em condições desfavoráveis ou à adoção de decisões patrimoniais precipitadas, comprometendo a preservação do patrimônio construído ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das questões financeiras, a falta de organização também pode aumentar o risco de conflitos entre os herdeiros e dificultar a continuidade da administração de empresas familiares ou de outros ativos relevantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento sucessório: muito além da divisão dos bens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">planejamento sucessório</a></strong> consiste na organização jurídica da transmissão do patrimônio, considerando as características da família, a composição dos bens e os objetivos do titular do patrimônio, sempre em conformidade com a legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que definir a destinação dos bens, o planejamento busca proporcionar maior previsibilidade ao processo sucessório, reduzir riscos, conferir eficiência à gestão patrimonial e minimizar potenciais conflitos familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada caso exige uma análise individualizada, razão pela qual não existe uma solução única aplicável a todas as famílias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Instrumentos que podem integrar o planejamento sucessório</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo das circunstâncias de cada família e do patrimônio envolvido, diferentes instrumentos jurídicos podem ser utilizados de forma complementar, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Testamento;</li>



<li>Constituição de holdings patrimoniais ou familiares, quando juridicamente recomendável;</li>



<li>Previdência privada;</li>



<li>Seguro de vida;</li>



<li>Doações planejadas, observados os limites legais;</li>



<li>Acordos familiares e mecanismos de governança patrimonial.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha dessas ferramentas depende de diversos fatores, como a estrutura familiar, o perfil dos bens, a atividade empresarial, os objetivos patrimoniais e os aspectos tributários envolvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando é o momento ideal para realizar o planejamento sucessório?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma idade específica para iniciar esse processo. O planejamento sucessório costuma ser recomendado sempre que ocorrerem mudanças relevantes na vida pessoal, familiar ou patrimonial, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aquisição de imóveis ou outros bens de valor;</li>



<li>abertura ou expansão de empresas;</li>



<li>casamento ou união estável;</li>



<li>nascimento de filhos;</li>



<li>constituição de famílias recompostas;</li>



<li>divórcio;</li>



<li>crescimento do patrimônio familiar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo a organização patrimonial for realizada, maiores tendem a ser as possibilidades de estruturar soluções adequadas às necessidades da família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento personalizado faz diferença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cada família possui uma realidade própria, com objetivos, patrimônio e relações familiares distintos. Por esse motivo, o planejamento sucessório deve ser elaborado de forma personalizada, observando as normas legais aplicáveis e as particularidades de cada situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise jurídica especializada permite avaliar quais instrumentos podem contribuir para uma sucessão patrimonial mais organizada, eficiente e alinhada aos interesses da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados atua na estruturação de soluções jurídicas voltadas ao planejamento patrimonial e sucessório, oferecendo orientação técnica individualizada para pessoas físicas, empresários e famílias que desejam organizar a transmissão do patrimônio de forma segura e em conformidade com a legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada planejamento é desenvolvido considerando as características específicas do patrimônio, da família e dos objetivos envolvidos, buscando proporcionar maior previsibilidade e segurança jurídica ao processo sucessório.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária e Agronegócio: a importância do planejamento tributário para proteção da rentabilidade no setor rural</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-e-agronegocio-a-importancia-do-planejamento-tributario-para-protecao-da-rentabilidade-no-setor-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária no agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributário e o agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão futura para se tornar uma realidade que impactará diretamente toda a cadeia do agronegócio. Produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, cerealistas, tradings, revendas de insumos e empresas do setor precisarão adaptar suas operações às novas regras de tributação sobre o consumo. Com a criação do Imposto sobre Bens e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-240x300.jpg" alt="Reforma Tributária e Agronegócio" class="wp-image-2299" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/06/FGR-2025-feed-9.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão futura para se tornar uma realidade que impactará diretamente toda a cadeia do <strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog">agronegócio.</a></strong> Produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, cerealistas, tradings, revendas de insumos e empresas do setor precisarão adaptar suas operações às novas regras de tributação sobre o consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), surgem novos desafios relacionados à apuração tributária, formação de preços, aproveitamento de créditos e organização das atividades empresariais. Nesse cenário, o planejamento tributário assume papel fundamental para auxiliar na adaptação às mudanças e na preservação da competitividade das operações rurais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais impactos da Reforma Tributária para o agronegócio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A substituição gradual dos tributos atualmente incidentes sobre o consumo exigirá das empresas rurais uma revisão abrangente de seus processos fiscais e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reavaliação da formação de preços e margens de rentabilidade;</li>



<li>Gestão estratégica dos créditos tributários;</li>



<li>Adequação da documentação fiscal e dos sistemas de controle;</li>



<li>Revisão de contratos comerciais e rurais;</li>



<li>Análise dos regimes tributários mais adequados para cada atividade;</li>



<li>Planejamento patrimonial e sucessório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A correta estruturação desses aspectos poderá influenciar diretamente a eficiência fiscal e a segurança jurídica dos negócios rurais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Créditos tributários ganham relevância estratégica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pilares do novo sistema tributário será a não cumulatividade, tornando a gestão dos créditos fiscais um fator decisivo para a competitividade das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insumos agrícolas, fretes, armazenagem, energia elétrica, embalagens, serviços especializados, manutenção de máquinas e outras despesas operacionais deverão ser analisados com atenção para identificação das hipóteses de creditamento previstas na legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, operações realizadas com produtores rurais não contribuintes poderão demandar avaliações específicas quanto à possibilidade de aproveitamento de créditos presumidos, tema que merece acompanhamento técnico durante a regulamentação da reforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento tributário como ferramenta de gestão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento tributário consiste na análise preventiva da estrutura fiscal da atividade econômica, buscando identificar oportunidades de eficiência dentro dos limites legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No agronegócio, essa análise pode envolver:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comparação entre a atuação como produtor rural pessoa física e pessoa jurídica;</li>



<li>Avaliação dos regimes de tributação aplicáveis;</li>



<li>Revisão da estrutura societária;</li>



<li>Organização da documentação fiscal;</li>



<li>Mapeamento dos créditos tributários;</li>



<li>Revisão de contratos de parceria, integração e arrendamento rural.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que passaram por expansão de faturamento, exportação, industrialização ou diversificação de atividades podem se beneficiar de uma reavaliação periódica de sua estrutura tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contratos e estrutura societária também merecem atenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não impactará apenas a apuração dos tributos. A forma como as operações são estruturadas também poderá influenciar a carga tributária incidente e o aproveitamento de créditos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, é recomendável revisar contratos de parceria agrícola, arrendamento, integração, fornecimento e prestação de serviços, garantindo que a formalização jurídica reflita adequadamente a realidade econômica das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, a segregação entre atividades rurais, comerciais, industriais e patrimoniais pode contribuir para uma gestão mais eficiente dos riscos tributários e operacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento patrimonial e sucessão no meio rural</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema que merece destaque é a organização patrimonial das famílias produtoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização de estruturas societárias adequadas, como holdings rurais, pode contribuir para o planejamento sucessório, a governança familiar e a organização dos ativos rurais. Contudo, cada situação deve ser analisada individualmente, considerando os impactos tributários, societários e patrimoniais envolvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preparação antecipada é essencial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da Reforma Tributária ocorrerá de forma gradual ao longo dos próximos anos. Por isso, o período de transição representa uma oportunidade para que produtores e empresas rurais realizem diagnósticos preventivos, revisem procedimentos internos e promovam ajustes necessários para adaptação ao novo modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise antecipada permite identificar riscos, oportunidades de melhoria e possíveis impactos financeiros antes que as mudanças estejam plenamente em vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma transformação significativa para o agronegócio brasileiro. Mais do que uma alteração legislativa, trata-se de uma mudança que exigirá maior controle fiscal, organização documental, tecnologia e planejamento estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o acompanhamento jurídico e tributário especializado pode auxiliar produtores rurais e empresas do setor na compreensão dos impactos da nova legislação, na revisão de suas estruturas operacionais e na construção de estratégias alinhadas às particularidades de cada atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação antecipada tende a proporcionar maior segurança jurídica, previsibilidade e eficiência na gestão dos negócios rurais durante o período de transição para o novo sistema tributário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com nosso escritório</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados atua de forma estratégica e personalizada na assessoria jurídica de produtores rurais, empresas do agronegócio, cooperativas e demais agentes da cadeia produtiva. Com experiência nas áreas tributária, empresarial e patrimonial, o escritório acompanha as constantes mudanças legislativas e regulatórias que impactam o setor, oferecendo suporte jurídico voltado à segurança das operações, à gestão de riscos e ao planejamento de longo prazo. Em um cenário de transformações relevantes, como a <strong><a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/76981/reforma-tributaria-como-o-agronegocio-pode-pagar-menos-impostos/" target="_blank" rel="noopener">Reforma Tributária</a></strong>, a atuação preventiva e especializada torna-se fundamental para auxiliar empresas e produtores na tomada de decisões seguras e alinhadas aos seus objetivos de crescimento e sustentabilidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Holding Familiar &#8211; STJ permite inclusão de relativamente incapaz</title>
		<link>https://fgr.adv.br/holding-familiar-stj-permite-inclusao-de-relativamente-incapaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Família e Sucessão]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Holding Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[holding familiar pessoa relativamente incapaz]]></category>
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					<description><![CDATA[A holding familiar é uma ferramenta cada vez mais utilizada para organizar o patrimônio, facilitar a sucessão e promover uma gestão mais eficiente dos bens da família. No entanto, quando um dos integrantes possui capacidade civil reduzida, é comum surgirem dúvidas sobre sua participação nessa estrutura. Recentemente, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-7-240x300.jpg" alt="holding familiar pessoa relativamente incapaz" class="wp-image-2292" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-7-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-7-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-7-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-7.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A holding familiar é uma ferramenta cada vez mais utilizada para organizar o patrimônio, facilitar a sucessão e promover uma gestão mais eficiente dos bens da família. No entanto, quando um dos integrantes possui capacidade civil reduzida, é comum surgirem dúvidas sobre sua participação nessa estrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe maior segurança jurídica para essas situações ao reconhecer que uma pessoa relativamente incapaz pode integrar o quadro societário de uma holding familiar, desde que seus direitos e interesses sejam devidamente protegidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, explicamos o que é uma holding familiar, o que decidiu o STJ e quais os reflexos desse entendimento para o planejamento patrimonial e sucessório das famílias brasileiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é uma holding familiar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A holding familiar é uma pessoa jurídica criada com o objetivo de concentrar e administrar o patrimônio de uma família. Nela podem ser incluídos imóveis, participações societárias, investimentos e outros bens relevantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao transferir esses ativos para a holding, a família passa a administrar o patrimônio por meio da empresa, o que pode proporcionar maior organização, facilitar a sucessão entre herdeiros e contribuir para a preservação dos bens ao longo das gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a estrutura permite a definição de regras de governança, administração e distribuição patrimonial, reduzindo potenciais conflitos familiares e trazendo mais previsibilidade para o futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é considerado relativamente incapaz?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A incapacidade relativa ocorre quando a pessoa possui capacidade para praticar determinados atos da vida civil, mas necessita de assistência para outros, conforme previsto na legislação brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a proteção jurídica existe para garantir que seus direitos patrimoniais e pessoais sejam preservados, sem que isso implique sua exclusão da vida econômica e familiar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu o STJ?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que não há impedimento legal automático para que uma pessoa relativamente incapaz participe de uma holding familiar constituída sob a forma de sociedade limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento da Corte, a participação é possível desde que sejam observadas as garantias legais destinadas à proteção dos interesses patrimoniais dessa pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o STJ reconheceu que a necessidade de proteção jurídica não impede que o integrante participe do <a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/455795/stj-permite-inclusao-de-relativamente-incapaz-em-holding-familiar" target="_blank" rel="noopener">planejamento patrimonial da família</a>, desde que sejam adotadas as medidas adequadas para resguardar seus direitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a importância dessa decisão?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento representa um importante avanço para o Direito de Família e Sucessões, pois reforça que a proteção da pessoa relativamente incapaz não deve resultar em sua exclusão das decisões e estruturas patrimoniais familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão também demonstra uma interpretação mais alinhada às atuais dinâmicas familiares, reconhecendo que o planejamento sucessório deve ser inclusivo e considerar as particularidades de cada núcleo familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o entendimento poderá servir de referência para futuras discussões envolvendo administração de bens, curatela, participação societária e validade de atos praticados em nome de pessoas relativamente incapazes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais cuidados devem ser observados?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a decisão tenha ampliado as possibilidades de participação em holdings familiares, cada caso exige análise individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questões relacionadas ao grau de incapacidade, às regras de representação ou assistência, à estrutura societária adotada e à proteção patrimonial da pessoa envolvida devem ser cuidadosamente avaliadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, a constituição de uma holding familiar envolvendo pessoas relativamente incapazes demanda planejamento adequado e acompanhamento jurídico especializado, garantindo segurança para todos os integrantes da família e a conformidade com a legislação vigente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recente decisão do STJ reforça que pessoas relativamente incapazes podem participar de holdings familiares quando houver proteção jurídica adequada aos seus interesses. O entendimento amplia as possibilidades de planejamento patrimonial e sucessório, promovendo maior inclusão e segurança nas relações familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cada situação possui características próprias, a estruturação de uma holding familiar deve ser realizada de forma estratégica e personalizada, observando as necessidades da família e as exigências legais aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://www.fgr.adv.br/blog"> FGR Advogados</a></strong> acompanha de perto as atualizações legislativas e jurisprudenciais relacionadas ao Direito de Família, Sucessões e Planejamento Patrimonial, oferecendo orientação jurídica qualificada para auxiliar famílias na organização e proteção de seu patrimônio.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária e o impacto no fluxo de caixa das empresas</title>
		<link>https://fgr.adv.br/reforma-tributaria-e-o-impacto-no-fluxo-de-caixa-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia tributária]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[CBS e IBS]]></category>
		<category><![CDATA[créditos tributários]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário Empresarial.]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária e as empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária e o impacto no fluxo de caixa das empresas]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
		<category><![CDATA[transição tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária já começou a produzir efeitos concretos na operação das empresas brasileiras. Com a implementação gradual da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), além de mecanismos como o split payment, o novo modelo tributário altera não apenas a forma de apuração dos tributos, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-240x300.jpg" alt="Reforma tributária e as empresas" class="wp-image-2288" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/05/FGR-2025-feed-6.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária já começou a produzir <a href="https://www.jota.info/coberturas-especiais/pulso-da-reforma/reforma-tributaria-e-o-novo-desafio-de-fluxo-de-caixa-das-empresas" target="_blank" rel="noopener">efeitos concretos na operação das empresas brasileiras</a>. Com a implementação gradual da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), além de mecanismos como o split payment, o novo modelo tributário altera não apenas a forma de apuração dos tributos, mas também a dinâmica financeira dos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse novo cenário, o principal impacto não está apenas relacionado ao valor dos tributos pagos, mas ao momento em que esses pagamentos passam a ocorrer. A mudança reduz o intervalo historicamente existente entre faturamento, recebimento e recolhimento de impostos — espaço que, até então, permitia maior flexibilidade na gestão do fluxo de caixa empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Split payment e pressão sobre o capital de giro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos de maior atenção da Reforma Tributária é o chamado split payment. O mecanismo prevê que o recolhimento dos tributos aconteça automaticamente no momento da transação financeira, antecipando o desembolso tributário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, empresas que operam com vendas a prazo, contratos de longo ciclo financeiro ou margens mais ajustadas podem enfrentar um descompasso entre o pagamento dos tributos e o efetivo recebimento da receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário gera impactos diretos sobre o capital de giro e pode exigir maior necessidade de financiamento operacional para manutenção das atividades empresariais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Créditos tributários e desafios operacionais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o novo sistema amplie a lógica da não cumulatividade tributária, a utilização dos créditos fiscais pode ocorrer em momentos distintos do recolhimento dos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa assimetria temporal pode criar períodos de pressão financeira, especialmente durante o período de transição entre os regimes tributários, previsto até 2033.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a convivência simultânea entre sistemas aumenta a complexidade operacional e amplia riscos relacionados a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>erros de apuração tributária;</li>



<li>inconsistências cadastrais;</li>



<li>falhas sistêmicas;</li>



<li>aproveitamento inadequado de créditos fiscais.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Empresas ainda não estão preparadas para a Reforma Tributária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamentos recentes apontam que grande parte das empresas brasileiras ainda não possui um plano estruturado de adaptação à Reforma Tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de planejamento pode gerar impactos relevantes sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>liquidez empresarial;</li>



<li>previsibilidade financeira;</li>



<li>competitividade;</li>



<li>custos operacionais;</li>



<li>gestão contratual e comercial.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, empresas que iniciarem desde já a revisão de seus processos fiscais, financeiros e tecnológicos tendem a atravessar esse período de transição com maior segurança e estabilidade operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração entre áreas e uso de tecnologia serão fundamentais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária também exige maior integração entre os setores fiscal, financeiro, contábil, jurídico, logística e tecnologia da informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, ferramentas de automação, inteligência artificial e monitoramento em tempo real passam a desempenhar papel estratégico para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>controle de operações;</li>



<li>gestão de créditos tributários;</li>



<li>prevenção de inconsistências;</li>



<li>simulação de cenários financeiros;</li>



<li>previsibilidade de fluxo de caixa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma adequação fiscal, o novo sistema exige uma revisão completa da estratégia financeira das empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento tributário e gestão financeira estratégica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária representa uma mudança estrutural no ambiente de negócios brasileiro. Embora o novo modelo prometa simplificação no longo prazo, o período de transição exigirá das empresas maior capacidade de adaptação, planejamento e controle financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratarem a gestão de caixa como decisão estratégica — e não apenas operacional — terão melhores condições de preservar liquidez, competitividade e segurança jurídica diante das novas exigências regulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="http://www.fgr.adv.br/blog">FGR Advogados </a></strong>acompanha de perto os impactos jurídicos e empresariais da Reforma Tributária, oferecendo assessoria estratégica para adaptação regulatória, revisão de estruturas operacionais e mitigação de riscos fiscais e financeiros.</p>
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