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	<title>herdeiros respodem por dívida fiscal &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>herdeiros respodem por dívida fiscal &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Dívida fiscal dos herdeiros: quando o espólio ou sucessores podem responder pela cobrança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família e Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[dívida tributária do falecido]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
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		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[herdeiros respodem por dívida fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório]]></category>
		<category><![CDATA[Tema 1393 STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece com uma dívida fiscal quando o contribuinte morre? A questão ganhou um importante parâmetro com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema Repetitivo 1.393, que trata do redirecionamento da execução fiscal para o espólio ou para os sucessores. O entendimento estabelece uma diferença importante: se o contribuinte morreu antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="Dívida fiscal" class="wp-image-2350" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2026/09/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">O que acontece com uma dívida fiscal quando o contribuinte morre? A questão ganhou um importante parâmetro com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema Repetitivo 1.393, que trata do redirecionamento da <strong><a href="https://fgr.adv.br/category/familia-e-sucessoes/">execução fiscal </a></strong>para o espólio ou para os sucessores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento estabelece uma diferença importante: se o contribuinte morreu antes de ser regularmente citado na execução fiscal, o processo não pode simplesmente ser redirecionado ao espólio ou aos herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando a citação ocorreu antes do falecimento, a execução fiscal pode prosseguir contra o espólio ou os sucessores, observadas as regras previstas na legislação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Herdeiros respondem pelas dívidas fiscais do falecido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende das circunstâncias do caso e, especialmente, do momento em que ocorreu a citação na execução fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o entendimento firmado pelo STJ, quando o contribuinte é regularmente citado e posteriormente falece, a execução pode ser redirecionada ao espólio ou aos sucessores, conforme as regras de responsabilidade tributária e sucessória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa responsabilidade, contudo, não significa que os herdeiros passem a responder ilimitadamente pelas dívidas do falecido com seu patrimônio pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade dos sucessores está relacionada ao patrimônio transmitido pela sucessão, nos termos da legislação aplicável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece se o contribuinte morrer antes da citação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos principais pontos definidos pelo STJ no Tema 1.393.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o contribuinte falece antes de ser regularmente citado, não é possível simplesmente substituir o seu nome pelo espólio ou pelos herdeiros em uma execução fiscal já ajuizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Tribunal, a execução deve ser extinta em relação ao contribuinte falecido, sem prejuízo de que a Fazenda Pública busque a cobrança do crédito por meio do procedimento juridicamente adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão considera que a identificação correta do sujeito passivo é essencial para garantir o direito de defesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A dívida tributária desaparece com a morte?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O falecimento do contribuinte não significa, por si só, a extinção do crédito tributário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que o STJ analisou foi a possibilidade de redirecionar uma determinada execução fiscal ao espólio ou aos sucessores, especialmente quando o contribuinte morreu antes de ser citado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante diferenciar duas questões: a existência do crédito tributário e a possibilidade de cobrança desse crédito por meio de determinada execução fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O espólio pode responder pela execução fiscal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto não houver a partilha, o espólio pode responder pelas obrigações do falecido, dentro das regras previstas na legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a partilha, a responsabilidade passa a ser analisada em relação aos sucessores, observados os limites estabelecidos pela legislação tributária e sucessória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, portanto, a análise do processo de execução fiscal e do momento em que ocorreu o falecimento e a citação é fundamental para determinar quem pode figurar no polo passivo da cobrança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fazenda Pública pode apenas trocar o nome do devedor?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto relevante do julgamento envolve a Certidão de Dívida Ativa (CDA), documento que fundamenta a execução fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STJ reforçou que a possibilidade de corrigir erros formais ou materiais da CDA não permite modificar o sujeito passivo da execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a substituição do contribuinte falecido pelo espólio ou pelos sucessores não pode ser tratada simplesmente como uma correção formal do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de quem é o responsável pela dívida possui relação direta com o direito de defesa e com a própria validade da cobrança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o Tema 1.393 do STJ estabelece?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o entendimento firmado pelo STJ estabelece que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contribuinte citado antes do falecimento: a execução fiscal pode prosseguir contra o espólio ou sucessores, conforme a legislação;</li>



<li>contribuinte falecido antes da citação: a execução não pode ser simplesmente redirecionada ao espólio ou aos herdeiros;</li>



<li>responsabilidade dos sucessores: deve observar os limites estabelecidos pela legislação e o patrimônio transmitido pela sucessão;</li>



<li>alteração da CDA: não pode ser utilizada para modificar o sujeito passivo da execução fiscal.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, o entendimento estabelecido pelo STJ deve orientar os processos que discutem a mesma questão jurídica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que essa decisão é importante para famílias e empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre dívidas tributárias, patrimônio e sucessão pode gerar situações complexas, principalmente quando existem execuções fiscais em andamento no momento do falecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a análise não deve se limitar à existência ou não da dívida. É necessário verificar, entre outros aspectos, quando a execução foi ajuizada, quando ocorreu a citação, a data do falecimento, a situação do espólio e eventual partilha dos bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses elementos podem influenciar diretamente a forma como a cobrança poderá prosseguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados atua em questões relacionadas ao Direito Tributário, Direito Sucessório, planejamento patrimonial e sucessório, analisando de forma integrada os aspectos jurídicos que envolvem patrimônio, obrigações tributárias e sucessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações que envolvem execução fiscal e falecimento do contribuinte, a análise individualizada do processo e do patrimônio sucessório é fundamental para compreender os caminhos jurídicos aplicáveis a cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:<a href="https://processo.stj.jus.br/repetitivos/temas_repetitivos/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1393&amp;cod_tema_final=1393" target="_blank" rel="noopener"> Superior Tribunal de Justiça</a> – Tema Repetitivo 1.393.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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