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	<title>licença paternidade &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>licença paternidade &#8211; FGR Advogados</title>
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	<item>
		<title>CNJ amplia licenças de servidores mães e pais solo e homoafetivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 21:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou a Resolução CNJ nº 556/24, que garante o direito a magistrados, magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário que são pais ou mães, genitores monoparentais ou casais em união estável homoafetiva de usufruírem das licenças-maternidade e paternidade. A medida amplia as hipóteses em que as condições especiais de [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-300x300.jpg" alt="CNJ amplia licenças de servidores mães e pais solo e homoafetivos" class="wp-image-1914" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/06/FGR-2024-1-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou a Resolução CNJ nº 556/24, que garante o direito a magistrados, magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário que são pais ou mães, genitores monoparentais ou casais em união estável homoafetiva de usufruírem das <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">licenças-maternidade e paternidade.</a></strong> A medida amplia as hipóteses em que as condições especiais de trabalho podem ser aplicadas.</p>



<p>O normativo considerou, entre outros pontos, a necessidade de conferir máxima efetividade aos princípios constitucionais de proteção à maternidade, à gestante, à família e à infância; e a igualdade em direitos e obrigações entre homens e mulheres.</p>



<p>Alterações &#8211; A nova determinação altera a Resolução CNJ nº 321/2020, estendendo a licença-maternidade ao pai ou mãe em casos de inseminação artificial, fertilização in vitro e/ou barriga solidária, desde que a pessoa grávida não faça parte do núcleo familiar. Além disso, garante licença-paternidade para o outro genitor em casais homoafetivos.</p>



<p>A segunda alteração, que se refere à Resolução CNJ nº 343/2020, estabelece condições especiais de trabalho para gestantes, lactantes até os 24 meses do lactente, mães e pais após o término das licenças-maternidade ou paternidade. Essas condições também se aplicam aos genitores monoparentais e casais homoafetivos que usufruam dessas licenças.</p>



<p>Acessa a resolução <strong><a href="https://atos.cnj.jus.br/files/original141314202405066638e57ae1ff6.pdf" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui.</a></strong></p>
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		<title>Servidor conquista licença-maternidade de 120 dias após falecimento da esposa</title>
		<link>https://fgr.adv.br/servidor-conquista-licenca-maternidade-de-120-dias-apos-falecimento-da-esposa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 18:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
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		<category><![CDATA[Servidor conquista licença-maternidade de 120 dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma decisão histórica, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) garantiu o direito à licença-maternidade para um servidor federal que perdeu sua esposa após o parto. O pai, que teve sua esposa falecida apenas 5 dias após o nascimento da filha, teve seu pedido negado inicialmente pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-300x300.jpg" alt="Servidor conquista licença-maternidade de 120 dias" class="wp-image-1896" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/FGR-2024-1-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p>Em uma decisão histórica, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) garantiu o direito à licença-maternidade para um servidor federal que perdeu sua esposa após o parto.</p>



<p>O pai, que teve sua esposa falecida apenas 5 dias após o nascimento da filha, teve seu pedido negado inicialmente pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). No entanto, a justiça reconheceu a importância da sua presença nos primeiros meses de vida da criança, um momento crucial para seu desenvolvimento.</p>



<p>Decisão garante proteção à criança e reconhece o papel fundamental do pai na criação dos filhos.</p>



<p>A decisão do TRF1 se baseou no princípio da proteção integral da criança, previsto na Constituição Federal. O tribunal entendeu que, em casos de falecimento da mãe, o pai deve ter acesso às mesmas condições que a genitora para cuidar do recém-nascido.</p>



<p>Um passo importante para a igualdade de gênero e a paternidade responsável! </p>



<p>Essa conquista é um marco na luta pela igualdade de gênero e pelo reconhecimento do papel fundamental do pai na criação dos filhos. A decisão demonstra o compromisso da justiça com a proteção dos direitos das crianças e com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. </p>



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<p><a href="https://www.trf1.jus.br/trf1/noticias/servidor-tem-direito-a-licenca-paternidade-de-120-dias-em-caso-de-falecimento-da-genitora-decide-trf1-1" target="_blank" rel="noopener">Fonte: TRF1</a></p>
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