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	<title>medidas protetivas &#8211; FGR Advogados</title>
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	<description>Segurança, qualidade e resultados</description>
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	<title>medidas protetivas &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>A revogação de medidas protetivas não impede a obtenção de nova proteção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 17:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lei Maria da Penha é um marco na proteção da mulher, oferecendo ferramentas essenciais como as medidas protetivas de urgência. Essas medidas são concedidas rapidamente para proteger a vítima de violência física, psicológica e emocional, afastando o agressor e garantindo sua segurança. No entanto, é comum que a própria mulher solicite a revogação dessas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/09/FGR-2025-feed-4-240x300.jpg" alt="revogação de medidas protetivas" class="wp-image-2135" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/09/FGR-2025-feed-4-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/09/FGR-2025-feed-4-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/09/FGR-2025-feed-4-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/09/FGR-2025-feed-4.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank" rel="noopener"> Lei Maria da Penha </a>é um marco na proteção da mulher, oferecendo ferramentas essenciais como as medidas protetivas de urgência. Essas medidas são concedidas rapidamente para proteger a vítima de violência física, psicológica e emocional, afastando o agressor e garantindo sua segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é comum que a própria mulher solicite a revogação dessas medidas, por diversos motivos, como a reconciliação, a percepção de que o risco acabou ou até mesmo influências externas. Essa decisão levanta uma dúvida crucial: a revogação de uma medida protetiva anterior impede a obtenção de uma nova proteção?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você precisa saber sobre a revogação e a nova proteção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é clara e objetiva: a revogação de uma medida protetiva não impede que a mulher solicite e obtenha uma nova proteção, desde que a nova solicitação seja fundamentada em fatos diferentes e reais. O direito à proteção é contínuo e não se esgota com um único pedido.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fatos novos e reais:</strong> Para conseguir uma nova medida, é fundamental que a situação de risco atual seja diferente daquela que levou à primeira medida. Ou seja, a nova solicitação deve ser baseada em um novo episódio de violência ou ameaça, e não na repetição dos mesmos motivos anteriores.</li>



<li><strong>O papel do judiciário:</strong> O Judiciário tem o dever de analisar cada caso de forma criteriosa. Ao avaliar pedidos sucessivos, a Justiça busca entender se a vítima está em uma situação de violência recorrente ou se as medidas estão sendo usadas de forma indevida, como para vingança ou manipulação.</li>



<li><strong>A seriedade da lei: </strong>A utilização indevida das medidas protetivas pode prejudicar homens inocentes e enfraquecer a credibilidade da Lei Maria da Penha. Por isso, a Justiça age com firmeza para coibir abusos e garantir que a lei continue sendo um instrumento de proteção eficaz para as vítimas verdadeiras.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">A importância de buscar orientação legal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em uma situação de violência e pensa em revogar uma medida protetiva ou precisa de uma nova proteção, é fundamental contar com o<strong> apoio de um advogado especializado</strong>. Um profissional poderá analisar seu caso, orientá-la sobre os próximos passos e garantir que seus direitos sejam protegidos de forma segura e eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei Maria da Penha também protege homens em relações homoafetivas</title>
		<link>https://fgr.adv.br/lei-maria-da-penha-tambem-protege-homens-em-relacoes-homoafetivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 19:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha também protege homens em relações homoafetivas]]></category>
		<category><![CDATA[medidas protetivas]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Ferracina]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu, no último domingo (3), medidas protetivas de urgência em favor de um homem de 35 anos vítima de agressões físicas cometidas por seu ex-companheiro. A decisão foi tomada pelo Juizado da Violência Doméstica de Santa Maria, que reconheceu a situação de vulnerabilidade da vítima. O caso reforça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg" alt="Lei Maria da Penha também protege homens em relações homoafetivas" class="wp-image-2085" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/FGR-2025-feed-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/FGR-2025-feed-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/FGR-2025-feed-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu, no último domingo (3), <strong><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank" rel="noopener">medidas protetivas de urgência</a></strong> em favor de um homem de 35 anos vítima de agressões físicas cometidas por seu ex-companheiro. A decisão foi tomada pelo Juizado da Violência Doméstica de Santa Maria, que reconheceu a situação de vulnerabilidade da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso reforça o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que desde fevereiro deste ano ampliou a aplicação da Lei Maria da Penha para proteger não apenas mulheres cisgênero, mas também homens em relações homoafetivas, além de mulheres travestis e transexuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda a decisão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o processo, após o término de um relacionamento de dois anos, o agressor se recusou a deixar a residência compartilhada e passou a intensificar os episódios de violência, incluindo socos, chutes, mordidas e ameaças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse cenário, o juiz Rafael Pagnon Cunha determinou:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afastamento imediato do agressor da residência;</li>



<li>Proibição de contato pessoal, por redes sociais ou meios virtuais;</li>



<li>Distanciamento do local de trabalho, estudo e residência da vítima.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o magistrado, a função das medidas protetivas é impedir a repetição de atos de violência e preservar a integridade física e psicológica da vítima, assegurando a efetividade da intervenção judicial.</p>



<h1 class="wp-block-heading">A importância da Lei Maria da Penha em relações homoafetivas</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão é um marco relevante no combate à violência doméstica contra homens GBTI+, que por muito tempo enfrentaram invisibilidade jurídica e falta de proteção adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reconhecer que a violência doméstica pode atingir pessoas de diferentes gêneros e orientações sexuais, o STF fortalece a mensagem de que o direito à proteção é universal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso julgado no Rio Grande do Sul representa um avanço significativo para os direitos LGBTI+ e reforça a importância da aplicação da Lei Maria da Penha em relações homoafetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você ou alguém próximo enfrenta uma situação semelhante, <strong><a href="http://www.fgr.adv.br">busque orientação jurídica especializada.</a></strong> A proteção dos seus direitos não pode esperar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medidas protetivas de urgência sem processo ou investigação em curso é inviável</title>
		<link>https://fgr.adv.br/medidas-protetivas-de-urgencia-sem-processo-ou-investigacao-em-curso-e-inviavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 19:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[medidas protetivas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que a manutenção de medidas protetivas de urgência sem processo ou investigação em curso é inviável. Isso ocorreu ao conceder provimento a um Habeas Corpus, revogando medidas protetivas baseadas na Lei Maria da Penha. Esse foi o entendimento da 15ª Câmara de Direito Criminal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-300x300.jpg" alt="Medidas restritivas não podem ser mantidas sem uma ação penal em curso" class="wp-image-1849" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/02/FGR-2024-4.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que a manutenção de medidas protetivas de urgência sem processo ou investigação em curso é inviável. Isso ocorreu ao conceder provimento a um Habeas Corpus, revogando medidas protetivas baseadas na <a href="https://fgr.adv.br/category/penal/">Lei Maria da Penha</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o entendimento da 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para dar provimento a um Habeas Corpus e revogar medidas protetivas impostas com base na Lei Maria da Penha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As restrições haviam sido mantidas pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher mesmo após o arquivamento do inquérito policial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, a relatora, desembargadora Erika Mascarenhas, concordou com os argumentos da defesa de que, diante do arquivamento do inquérito, é inviável a manutenção das medidas protetivas de urgência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão reforça a importância de avaliar cuidadosamente a continuidade das medidas protetivas diante do arquivamento de inquéritos, garantindo a <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/denuncie-violencia-contra-a-mulher/violencia-contra-a-mulher" target="_blank" rel="noopener">justiça e respeitando os direitos individuais</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados conta com especialistas em ações que envolvam o crime de violência doméstica e atua regularmente na esfera do Direito de Família.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medidas protetivas podem ser mantidas mesmo após arquivamento de inquérito</title>
		<link>https://fgr.adv.br/medidas-protetivas-podem-ser-mantidas-mesmo-apos-arquivamento-de-inquerito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 15:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de Advocacia em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGR Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[medidas protetivas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência doméstica e familiar contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[As medidas protetivas são ordens judiciais concedidas com a finalidade de proteger uma pessoa que esteja em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. No entanto, elas possuem caráter provisório, ou seja, poderão ser revogadas a qualquer tempo ou até mesmo substituídas por outras que sejam mais eficazes. Em recente decisão da 5ª Câmara de Direito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-300x300.png" alt="medidas protetivas" class="wp-image-1198" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-300x300.png 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-1024x1024.png 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-150x150.png 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-768x768.png 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2-600x600.png 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/Medidas-Protetivas-2.png 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">As <a href="https://fgr.adv.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medidas protetivas </a>são ordens judiciais concedidas com a finalidade de proteger uma pessoa que esteja em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. No entanto, elas possuem caráter provisório, ou seja, poderão ser revogadas a qualquer tempo ou até mesmo substituídas por outras que sejam mais eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em recente decisão da 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo foi definido que as medidas protetivas de vítimas de violência devem valer mesmo após o arquivamento de inquérito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas medidas têm por objetivo retirar a mulher do contexto de violência doméstica e familiar em que se vê inserida e devem ser aplicadas, independentemente da existência de processo legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FGR Advogados conta com especialistas em ações que envolvam o crime de violência doméstica e atua regularmente na esfera do Direito de família.</p>
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