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	<title>Nova lei de execução penal &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>Nova lei de execução penal &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Nova lei de execução penal não pode ser aplicada retroativamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:19:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[execução penal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lei de Execução Penal (LEP) não pode ser aplicada de forma retroativa, sob pena de violar o princípio constitucional da irretroatividade da lei penal mais gravosa. Esse foi o entendimento adotado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao reformar uma decisão que condicionava a progressão de regime de um [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/FGR-2025-feed-240x300.jpg" alt="nova lei de execução penal" class="wp-image-2065" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/FGR-2025-feed-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/FGR-2025-feed-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/FGR-2025-feed-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/FGR-2025-feed.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
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<p>A Lei de Execução Penal (LEP) não pode ser aplicada de forma retroativa, sob pena de violar o princípio constitucional da irretroatividade da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14843.htm" target="_blank" rel="noopener">lei penal</a> mais gravosa. Esse foi o entendimento adotado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao reformar uma decisão que condicionava a progressão de regime de um réu à realização de exame criminológico, com base em norma que ainda não estava em vigor à época dos fatos.</p>



<p>No caso analisado, o réu — já preso — solicitou a progressão para o regime aberto. No entanto, o juiz da execução penal determinou a realização do exame criminológico como condição para concessão do benefício. Diante disso, a defesa impetrou um Habeas Corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo, que acabou sendo negado.</p>



<p>A defesa, então, recorreu ao STJ, sustentando a ausência de fundamentação jurídica adequada para a exigência do exame, além de destacar que o crime foi praticado antes da vigência da Lei 14.843/2024, que passou a tornar obrigatória essa avaliação para a progressão de regime.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisão do STJ e segurança jurídica</h2>



<p>Ao analisar o caso, o ministro Sebastião Reis Júnior reafirmou que a aplicação retroativa da nova redação do artigo 112, §1º, da LEP viola o artigo 5º, inciso XL, da Constituição Federal, bem como o artigo 2º do Código Penal, ao impor ao réu uma exigência que não existia na época dos fatos.</p>



<p>“O Superior Tribunal de Justiça tem jurisprudência pacífica no sentido de que a retroatividade da norma cria situação mais gravosa ao condenado, o que é vedado pelo ordenamento jurídico brasileiro”, destacou o relator.</p>



<p>Dessa forma, o STJ concedeu o Habeas Corpus e determinou que a decisão do juiz da execução penal fosse reformulada, desconsiderando a exigência do exame criminológico.</p>



<p>A decisão do STJ reafirma a importância da <strong>segurança jurídica e do respeito aos direitos fundamentais</strong>, especialmente no âmbito da execução penal. <strong><a href="https://fgr.adv.br/blog/">A FGR Advogados</a></strong> acompanha de perto as atualizações legislativas e jurisprudenciais, oferecendo atuação especializada e comprometida com a legalidade e a justiça.</p>
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