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	<title>Nova lei reconhece o abandono afetivo &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>Nova lei reconhece o abandono afetivo &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Nova lei reconhece o abandono afetivo como ilícito civil: entenda o que muda no ECA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 14:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[abandono afetivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Federal sancionou, em 28 de outubro de 2025, a Lei nº 15.240/25, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para reconhecer o abandono afetivo como ilícito civil, passível de reparação por danos morais e emocionais. A medida, assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, no exercício da presidência, representa um marco no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/10/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg" alt="Nova lei reconhece o abandono afetivo" class="wp-image-2211" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/10/FGR-2025-feed-1-240x300.jpg 240w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/10/FGR-2025-feed-1-819x1024.jpg 819w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/10/FGR-2025-feed-1-768x960.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2025/10/FGR-2025-feed-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p>O Governo Federal sancionou, em 28 de outubro de 2025, a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2025/Lei/L15240.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 15.240/25</a>, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para reconhecer o abandono afetivo como ilícito civil, passível de reparação por danos morais e emocionais.</p>



<p>A medida, assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, no exercício da presidência, representa um marco no Direito de Família, ao incorporar a dimensão emocional do cuidado parental como um dever legal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda com a nova lei &#8211; abandono afetivo</h2>



<p>A partir da alteração, os pais passam a ter o dever legal de prestar assistência afetiva aos filhos, além das obrigações de sustento, guarda e educação.</p>



<p>O novo §2º do artigo 4º do ECA detalha essa assistência em três aspectos fundamentais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Orientação nas principais escolhas e oportunidades profissionais, educacionais e culturais;</li>



<li>Solidariedade e apoio em momentos de sofrimento ou dificuldade;</li>



<li>Presença física quando solicitada pela criança ou adolescente, sempre que possível.</li>
</ol>



<p>Esses pontos formalizam o cuidado emocional como parte integrante da responsabilidade parental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Abandono afetivo e reparação civil</h2>



<p>A lei também modifica o artigo 5º do ECA, incluindo o abandono afetivo entre as condutas ilícitas que violam direitos fundamentais de crianças e adolescentes, sujeitas à reparação civil e a outras sanções legais.</p>



<p>Já o artigo 22 passa a prever expressamente que os pais devem assegurar sustento, guarda, convivência, educação e assistência afetiva, de acordo com o interesse e o bem-estar dos filhos.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;A mudança representa um avanço significativo no reconhecimento jurídico do afeto como elemento essencial à formação de crianças e adolescentes. O direito acompanha a evolução das relações familiares, reafirmando que o dever de cuidado não se limita ao material, mas também ao emocional.” </p><cite><a href="https://fgr.adv.br/rodolfo_rodrigues_alves/"><strong>Rodolfo Rodrigues</strong>, sócio do <strong>FGR Advogados</strong>.</a></cite></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o impacto jurídico</h2>



<p>O reconhecimento do abandono afetivo como ilícito civil reforça a proteção integral prevista no ECA e pode gerar responsabilidade patrimonial aos pais que negligenciarem a convivência e o apoio emocional aos filhos.</p>



<p>Para famílias, advogados e operadores do Direito, a nova lei amplia o debate sobre responsabilidade parental, afetividade nas relações familiares e direitos fundamentais da criança e do adolescente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o FGR Advogados</h2>



<p>O FGR Advogados é um escritório especializado em Direito de Família, com atuação em temas como guarda, alimentos, convivência familiar, divórcio e sucessões.</p>



<p>Nosso compromisso é oferecer orientação jurídica segura e humanizada, acompanhando as constantes transformações sociais e legislativas que impactam o núcleo familiar.</p>



<p></p>
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