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	<title>Pai consegue guarda da filha &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>Pai consegue guarda da filha &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Pai consegue guarda da filha na Justiça após mudança não autorizada da mãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 21:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório de advocacia no Conjunto Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Pai consegue guarda da filha]]></category>
		<category><![CDATA[Pai consegue guarda da filha na Justiça após mudança não autorizada da mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[A guarda de uma criança de três anos em Goiânia foi transferida ao pai, após a mãe mudar-se para cursar Medicina em Tocantins. O Juízo da Vara de Família de Goiânia considerou que a mudança sem o consentimento do outro genitor representa uma violação aos direitos da criança e um exemplo de alienação parental. A [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-300x300.jpg" alt="Pai consegue guarda da filha na Justiça" class="wp-image-1874" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">A guarda de uma criança de três anos em Goiânia foi transferida ao pai, após a mãe mudar-se para cursar Medicina em Tocantins. O Juízo da Vara de Família de Goiânia considerou que a mudança sem o consentimento do outro genitor representa uma violação aos direitos da criança e um exemplo de alienação parental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A guarda unilateral havia sido concedida à genitora em razão de uma medida protetiva concedida em desfavor do pai por suposta prática de violência psicológica. A medida, porém, foi revogada após ser constatado que o objetivo era afastar a filha da convivência com o pai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença considerou que “a genitora constantemente adota práticas de alienação parental, tais como: informa um falso endereço nos autos, como sendo de sua residência; o cancelamento da matrícula da infante; apresentou falsa denúncia contra o genitor”. Também foi considerado o depoimento da babá da criança, contratada por ambos os genitores, para quem o pai preencheria melhores condições para cuidar da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a juíza responsável pelo caso, a genitora não poderia mudar com a criança sem autorização do pai. Com base nesse entendimento, e no fato de que “ o ambiente paterno, caracterizado pela capacidade de trabalho remoto do pai e por uma residência fixa, ofereceria uma base mais estável e propícia para o desenvolvimento da criança”, foi determinada a inversão da guarda e do lar de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os elementos colacionados nos autos demonstram que o genitor possui melhores condições, no momento, de prover a menor. Ressalto o fato de possuir residência fixa em Goiânia será mais favorável à infante, em vez de mudar-se para outro Estado, alterando substancialmente sua rotina. Relato que não há condutas desabonadoras que possam impedir que este mantenha contato com a menor&#8221;, registra o documento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alienação parental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">“Este caso desmitifica qualquer preconceito de que a Justiça possa favorecer as mães em disputas de guarda. Contrariando o estereótipo, evidencia-se que, quando evidências concretas indicam que o bem-estar da criança está melhor assegurado com o pai, o sistema judiciário está plenamente capacitado e disposto a atribuir-lhe a guarda. Assim, essa decisão reafirma o compromisso do Judiciário com o princípio do melhor interesse da criança, baseando-se em avaliações detalhadas do contexto familiar, sem preconceitos ou predisposições”, pontua Fernando Felix Braz da Silva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O princípio do melhor interesse da criança, segundo o advogado, “deve ser critério absoluto e inafastável. Existe um movimento de pais se emancipando para além da assistência material, em que a possibilidade de definição do lar paterno pode, sim, atender o melhor interesse da criança, como ocorreu com o caso em objeto da decisão judicial”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando entende que a Lei da Alienação Parental (12.318/2010) foi aplicada de maneira indireta no caso. “A determinação do lar de referência paterno não se deu como sanção decorrente da LAP, mas porque restou demonstrado que o genitor possuiria melhores condições de prover a filha.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a sentença, o fato de possuir residência fixa em Goiânia será mais favorável à infante, em vez de mudar-se para outro Estado, alterando substancialmente sua rotina. “Ademais, o fato de mudar de Estado sem consentimento do genitor é ato que desabona a requerida, pois pode configurar-se ato de alienação parental.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://ibdfam.org.br/noticias/11714/Pai+consegue+guarda+da+filha+na+Justi%C3%A7a+ap%C3%B3s+mudan%C3%A7a+n%C3%A3o+autorizada+da+m%C3%A3e" target="_blank" rel="noopener">Fonte: IBDFAM</a></strong></p>
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