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	<title>parentalidade positiva &#8211; FGR Advogados</title>
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	<title>parentalidade positiva &#8211; FGR Advogados</title>
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		<title>Sancionada a lei da parentalidade positiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FGR Advocacia ADV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:38:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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		<category><![CDATA[estratégias de prevenção à violência contra crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi sancionada a Lei 14.826/2024, que prevê a parentalidade positiva e o direito ao brincar como estratégias de prevenção à violência contra crianças. Na relação entre pais e filhos, a parentalidade positiva é uma forma de abordar a educação das crianças, atenta ao acolhimento e a não violência, particularmente, mas também (e principalmente) à compreensão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-300x300.jpg" alt="Sancionada a Lei da Parentalidade Positiva" class="wp-image-1882" srcset="https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-300x300.jpg 300w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-1024x1024.jpg 1024w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-150x150.jpg 150w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-768x768.jpg 768w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1-600x600.jpg 600w, https://fgr.adv.br/wp-content/uploads/2024/04/FGR-2024-1-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Foi sancionada a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.826-de-20-de-marco-de-2024-549316819" target="_blank" rel="noopener">Lei 14.826/2024</a>, que prevê a parentalidade positiva e o direito ao brincar como estratégias de prevenção à violência contra crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na relação entre pais e filhos, a parentalidade positiva é uma forma de abordar a educação das crianças, atenta ao acolhimento e a não violência, particularmente, mas também (e principalmente) à compreensão de que toda criança é sujeito de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A violência contra crianças e adolescentes constitui forma de violação dos direitos humanos e tem graves impactos a curto, médio e longo prazos na saúde física e mental das vítimas. Além de ferir direitos, ela implica, muitas vezes, em sequelas psicoemocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, de acordo com a nova Lei, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão desenvolver, no âmbito das políticas de assistência social, educação, cultura, saúde e segurança pública, ações de fortalecimento da parentalidade positiva e de promoção do direito ao brincar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que o normativo aponte, por um lado, o novo aspecto do dever do Estado nestas áreas, por outro a Lei reforça o dever da família e da sociedade em promover a manutenção da vida (com ações de proteção e manutenção da vida das crianças, de forma a oferecer condições para a sua sobrevivência e saúde física e mental, bem como a prevenir violências e violações de direitos) e o apoio emocional, com atendimento adequado às necessidades emocionais da criança, a fim de garantir seu desenvolvimento psicológico pleno e saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda é dever de todos garantir as estruturas necessárias, pensadas como o conjunto de equipamentos coletivos, destinada às práticas culturais, de lazer e de esporte; a estimulação, com a promoção de ações e campanhas que visem ao pleno desenvolvimento das capacidades neurológicas e cognitivas da criança; a supervisão deste trabalho, visando o desenvolvimento da autonomia da criança; e a educação não violenta e lúdica, assegurando o direito ao brincar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ao poder público editar atos normativos necessários à efetividade desta Lei, contudo o adulto continua a ser a referência no processo. Trata-se de uma relação pautada na comunicação e na compreensão, e não no autoritarismo tão comumente observado na educação de crianças e adolescentes. A parentalidade positiva rejeita tanto a punição quanto a permissividade — e pressupõe que crianças e adolescentes devem ter respeitados seu desenvolvimento conforme o grau de autonomia e responsabilidade possível para ambos, dentro do que é adequado para sua idade, do contexto familiar e de limites respeitosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Lei é oriunda do Projeto de Lei nº 2.861/2023, de autoria da deputada Laura Carneiro (RJ). Na Câmara dos Deputados e no Senado, a proposta contou com a relatoria da deputada Talíria Petrone (RJ) e do senador Paulo Paim (RS), respectivamente. A sanção presidencial segue a determinação prevista na Constituição Federal, com as disposições previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Marco Legal da Primeira Infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta legislação representa um marco importante, pois não apenas protege os direitos fundamentais das crianças, mas também promove a parentalidade positiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="http://www.fgr.adv.br/blog">Estamos prontos para apoiar e orientar famílias, instituições e autoridades</a></strong> na aplicação e cumprimento dessa importante legislação em prol de um futuro melhor para nossas crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2024/03/lula-sanciona-lei-que-institui-parentalidade-positiva-e-o-direito-ao-brincar-como-estrategias-contra-a-violencia" target="_blank" rel="noopener">Fonte: GovBr</a></strong></p>
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